26 outubro, 2010

Laughbanging entrevista Biolence

Os Biolence são uma banda do norte. Parece óbvio? Irão ler tudo na entrevista.
Banda formada em 1998 por Pedro, César, Dani e Jaime, onde o thrash metal e algumas "ervas medicinais" são o género predominante.
Depois de algumas alterações de line-up, estão actualmente a promover o seu mais recente EP "Melodic Thrashing Mayhem".
Aqui vai a entrevista com o nortenho César.

Biolence
O facto de se chamarem Biolence e não Violence, tem que ver com o facto de serem de Vila Nova de Gaia?
Não, por acaso sermos de Bila Noba de Gaia não teve qualquer tipo de influência. Quando a banda estava a começar queríamos ter um nome relacionado com violência, mas Violence já existia...e o nosso vocalista da altura lembrou-se de fazer o trocadilho para dar a entender "Violência biológica". Todos gostaram e ficou até hoje.

Notamos que, pelo vosso som, devem ter sido fãs de bandas como Biolent Force, Benom, Birgin Steel ou até Boibod. Poderá dizer-se que está correcto?
Sim de facto gostamos de alguma dessas bandas, mas também temos algumas influências de Vathory, Venediction, Vlack Savath, Vrujeria, etc...

Tendo em conta que a formação dos Biolence já sofreu várias alterações, e que vocês são de Vila Nova de Gaia, gostávamos de saber se alguma vez tiveram uma vocalista chamada Luciana Abreu?
Por acaso não apareceu a oportunidade de ela cantar com os nossos microfones, mas por coincidência ela era vizinha de baixo do nosso baterista e ele conseguía ouvi-la cantar aos berros em casa antes de participar nos Ídolos.

Tendo em conta que abordam um pouco a temática das armas biológicas, concordam se dissermos que a mais violenta de todas é a feijoada?
Vou ter que concordar que de facto é das mais biolentas, pelo menos é das poucas que nos faz evacuar a sala de ensaios em menos de cinco segundos. Por sorte ninguém morreu até hoje.

Denominam o vosso grupo como "a última arma biológica programada para contaminar o mundo". Querem vocês dizer que são uma arma criada ao ar livre, sem aditivos e com um sabor autêntico? Ou não é nada disso?
Só uma correcção, não é a banda que é denominada assim, mas sim o nosso último EP. O nosso intuito é divulgar ao máximo e continuar a espalhar este trabalho por vários sítios do mundo, queremos que toda a gente possa cheirar a nossa última arma biológica.

Tendo em conta que já actuaram em diversos concursos de música, gostávamos de saber o que é que a Roberta Medina achou do vosso som?
A Roberta gostou bastante... disse que a nossa música é "muito bacana", mas o Manel diz que somos uns azeitolas e não nos passou.

No vosso último registo discográfico, em estúdio, e, se não for indiscrição, quanto é que gastaram em álcool?
Não gastámos muito... só precisámos de dois ou três cocktails molotov para incendiar o estúdio.

Não receiam pelo futuro da banda, agora que vai ser mais caro adquirir medicamentos?
Não, nós somos adeptos de medicina alternativa, basta irmos à floresta falar com os elfos e eles fornecem-nos plantas medicinais.

Últimos comentários
Obrigado pelo interesse em entrevistar-nos. É sem dúvida uma abordagem diferente e cómica.
Para quem nos tem seguido, esperamos que continuem a aparecer e a apoiar-nos nos concertos. Vemo-nos lá!!!
Stay True

Biolence

Género:
Thrash / Death Metal

Line-up
César - Voz e Guitarra
David - Guitarra
Markito - Baixo
Dani - Bateria

Discografia
2004 - Biolence (demo)
2010 - Melodic Thrashing Mayhem (EP)

Página oficial
www.myspace.com/biolence

24 outubro, 2010

Iron Maiden tocam Bossa Nova

Os Iron Maiden fartaram-se do Heavy Metal. Últimos concertos da banda mostram já o novo estilo de música que abraçaram: a Bossa Nova.

22 outubro, 2010

Laughbanging entrevista Machinergy

De Arruda dos Vinhos chegam-nos os Machinergy, banda que conta com elementos que vieram de projectos como Mortalha e Imunity (nomes de bandas que ficam bem na mesma frase).
Desde 2006 que debitam a sua mistura de thrash, death e industrial metal aos milhões de habitantes de Arruda dos Vinhos... e arredores (por arredores, entenda-se todas as localidades do mundo que não seja Arruda dos Vinhos).
Aqui fica a conversa com o vocalista e guitarrista Ruy.

Machinergy
Os Machinergy são a melhor banda de metal de Arruda dos Vinhos, pelo que gostávamos de saber se isso tem que ver com o facto de serem a única banda de metal de Arruda dos Vinhos?
De facto, feliz ou infelizmente, somos os únicos por lá, pelo menos que eu saiba! Aliás, há mais bandas: de baile e uns putos que tocam umas couves, acho eu. Ah... e também há mais umas de grind e punk/crust mas com o pequeno pormenor de serem os mesmos gajos em todas elas, ahah! Já sabem, se aparecer uma banda de peso em Arruda, seja qual for o estilo, é muito provável (talvez 99.9%) que seja um novo projecto nosso! A sério, o mais engraçado é que nada mudou de há 20 anos para cá, a não ser o crescimento do betão, bancos e supermercados. Em 1990 começámos a brincar às bandas e fundámos os (nunca) lendários Mortalha e agora, duas décadas depois, ou mais concretamente em Junho de 2006, nascem os Machinergy. Arruda é um sítio agradável para viver mas é hiper-mega fracassado em termos de oferta cultural ou quaisquer incentivos para a cultura, neste caso, musical. O problema não é só de Arruda, é da generalidade dos concelhos deste país-modelo de catástrofe cultural. A cultura é o filho menor deste país, só preocupado com números e défices. Não há investimento em cultura, em salas de ensaio e ensino, oferta variada de bandas e concertos, maior facilidade no acesso a instrumentos musicais, etc. Enfim... Cultura PT = Morta e enterrada!

Os músicos da banda remontam a um projecto chamado Mortalha, fundado na Arruda dos Vinhos. Não serão os Machinergy uma perfeita combinação de Vinhos e Mortalha?
Machinergy pode ser a perfeita combinação de Metal e cerveja, isso sim! Vinho, assim avulso, não é grande apanágio da banda embora Arruda tenha bons e premiados vinhos e, passo a publicidade, provem o Náutico branco. É moca garantida! O nome Mortalha era um karma do caraças! Toda a gente levava o nome para aquilo que sabemos, embora isto seja tudo gente muito asseadinha, mas o que significava, na verdade, era algo como o manto que cobre, não o cadáver mas a Terra... morta! Fuck... até eu me assustei agora!!

Tinham uma banda chamada Groundustry (uma mistura de 2 palavras Ground e Industry), a banda chama-se Machinergy (uma mistura de 2 palavras Machine e Energy) e o álbum Rhythmotion (uma mistura de 2 palavras Rhythm e Motion). Posto isto, será que irão fazer concertours pela Europanamá onde farão bassoundchecks aos vossos guitaracks, ou os vossos planos são diferentes?
Vês? O nosso plano está a resultar, eheh! Tu próprio já criaste algumas palavras novas! É disso que se trata, criar algo diferente, único e teu. Sempre tentámos ir por esse caminho, embora tenhamos todos as nossas influências, mais ou menos óbvias. Sobre os nomes das bandas, é verdade, não só esses espectaculares trocadilhos 2 em 1 mas o facto de todas acabarem em Y: Imunity, Groundustry e Machinergy! Não foi de propósito, calhou! Tal como os caracteres chineses, pretendemos construir um dicionário inteiro com o máximo de frases/expressões numa só palavra, compreendesoquequerodizer?

O vosso primeiro álbum, "Rhythmotion", é uma edição de autor, o que com certeza significou um investimento avultado de vossa parte. Como tal, e de forma a apoiar-vos, gostávamos de saber onde é podemos fazer o download ilegal do mesmo?
Sim, foi um investimento avultado mas como dizem os mais velhos: "Antes para isto do que para a pharmácia!". Na verdade, com todo este investimento (que continua) andamos quase falidos e... mal pagos, eheh! Decidimos fazer tudo num espírito D.I.Y., (aliás, como sempre) sem estarmos dependentes de ninguém. Não queríamos perder mais tempo com o álbum e urgia (???) mandá-lo cá para fora sem estar à espera deste ou daquele pormenor, editora ou o que quer que fosse. Estamos satisfeitos e assim fazemos as coisas à nossa maneira e controlamos melhor a nossa arte. Amanhã poderemos trabalhar com alguém mas esse alguém terá que dar muito mais que nós senão não valerá sequer a pena! Há muitos anos que gastamos dinheiro a rodos nisto mas é por puro prazer e amor à camisola. Apesar de tudo, o retorno, nem sempre mensurável, é bom e faz bem ao espírito. Sobre os downloads, o que posso dizer é que o download é uma realidade inevitável mas é como que "puxar as orelhas ao macaco"! :P Podes ter o prazer virtual que quiseres mas o tacto, o cheiro, a realidade não tens. Eu tinha o "... And Justice For All" numa cassete Sonovox de ferro gravado a partir do Rock Em Stock mas quando tive o disco nas mãos até me espumei todo!! Essa é a diferença! Portanto, vão mas é aos concertos, aproveitem esse momento, comprem os CD's e as t-shirts, não se acanhem e falem com as bandas, etc. Não sabem o quanto isso motiva as bandas e as faz, inclusivamente, evoluir.

O vosso 1º álbum, "Rhythmotion", em português significa "ritmo e movimento", pelo que gostávamos de saber se não receiam que o público ache que se trata de música latina?
É engraçado que algumas pessoas fora do quadrante metálico, por assim dizer, até gostam da sonoridade de Machinergy. Se calhar, é por ter o tal "ritmo e movimento" que, independentemente do estilo mais pesado, agrada a essas pessoas. Para nós, as coisas têm de ter movimento, vida, dinâmica. Daí o thrash ser o nosso género de eleição, por exemplo. Quanto ao ser latino, é óbvio, isto é música feita por verdadeiros machos latinos! :P

A música "Rewine" é um tributo à vossa terra: Arruda dos Vinhos?
A música "Rewine" é barra-pesada, meu velho! A letra fala de uma espécie de vingança. Vingança das agruras da vida através, neste caso, do álcool mas pode ser com qualquer outra substância auto-destruidora. É um escape, uma fuga para a frente, neste caso, para o abismo! Uma forma que algumas pessoas encontram para pensarem menos nas coisas sérias da vida e ganharem uma certa coragem ilusória ou um poder temporário, mas algo do qual ficam dependentes depois mergulhando completamente na lama. No fundo, é uma espécie de "repeat", rebobinas e voltas ao mesmo (vício)...

Falemos do tema "Incendiário": podemos considerá-lo o vosso hit de Verão?
Não é um hit de Verão mas antes uma sina de Verão, Inverno, Outono e Primavera que todos temos e que cada vez mais nos vai tramar neste país chamado "Corruptugal"! No fundo, "Incendiário" é um adjectivo e ao mesmo tempo uma metáfora de algo/alguém que nos está a queimar à força toda! São os políticos e suas políticas falhadas, os média e o seu jornalismo completamente obnóxio, a cultura do futebol que tudo domina, a impunidade total dos corruptos, a cultura assassinada e enterrada, lobbies da igreja, militares, o dinheiro que tudo corrompe, etc. É o retrato do nosso país, do nosso (triste) fado! Portanto, ardam todos no Inferno, FDP!!

Além do vosso som enquadrar-se nas sonoridades thrash e death metal, também tem elementos de metal industrial. Não receiam pelo futuro da vossa banda, tendo em conta o encerramento de várias fábricas industriais no país, como a Indelma ou a Delphi?
O problema de algo fechar ou acabar, está sempre presente mas é por isso que temos que lutar e trabalhar todos os dias, exactamente para que isso não aconteça. Os gestores/CEO's da fábrica Machinergy não recebem um único tusto mas pretendem manter esta fábrica em pleno funcionamento e a todo gás, ao contrário dos "gestores" dessas empresas que mencionaste, que só pensaram neles e no seu lucro fácil! Em suma, o futuro da unidade fabril Machinergy só pode ser bom, estamos a fazer por isso! Não haverá despedimentos! ;)

Últimos comentários.
Obrigado pela oportunidade. Foi um enorme prazer e louvo este tipo de iniciativas, um pouco diferentes das habituais perguntas pelo que dá um interesse acrescido. Talvez as respostas tenham sido demasiado sérias para o tom mais descontraído da conversa mas para mim tudo é uma oportunidade para se poder transmitir uma mensagem, nem que as perguntas sejam a "brincar", que não foi o caso. Afinal, a música deve ter essa missão! É dos últimos meios (ainda) não-censurados que temos neste país!
Sucesso para o Laughbanging, para ti e os teus projectos!

Machinergy


Género:
Thrash metal
Line-up

Ruy - Voz e Guitarra
Helder - Bateria
João - Baixo

Discografia
2010 - Rhythmotion

Página oficial
www.machinergy.com

21 outubro, 2010

Entrevistas humorísticas

O Laughbanging está a efectuar entrevistas humorísticas a bandas.
A entrevista será feita por email, terá perguntas inéditas, nunca antes feitas, tudo com tom humorístico, satírico, puro divertimento, para ser levado na boa.
Bandas que queiram ser entrevistadas, enviem-nos um email mostrando esse interesse e juntando informações que possam fornecer sobre a banda: link da página oficial, foto, logotipo, local onde se possa ouvir algumas músicas, biografia, etc. Essas informações também terão publicação no blog e na página do Facebook com o devido destaque.

18 outubro, 2010

Laughbanging entrevista PussyVibes

Girls, Gore, Grind é o que apregoam os PussyVibes. É mesmo assim, pá...
Tudo começou como um projecto de 1 pessoa, o Nelson, que programou a bateria, tocou todos os instrumentos e bebeu as litrosas de cerveja sozinho.
Depois de algum tempo, começou a procurar elementos para a banda, no qual resultou na descarga de grindcore e letras sobre pornografia e mulheres que conhecemos hoje.
O Laughbanging, sempre interessado em música bonita, foi falar com o demente Nelson sobre os PussyVibes.

PussyVibes

Não vos entristece o facto de serem a única banda grindcore no mundo que ainda não lançou um split com Agathocles?
Não, não! Eles já nos contactaram mesmo com aquela conversa: "Ah e tal, vocês são a única banda grindcore do mundo que nunca lançou um split connosco, vá lá, lancem algo com Agathocles, não precisa ter qualidade, é só para bater o recorde e tal". Mas nós somos uma banda do contra e eu disse: "Epá, nós até temos ali uma gravação feita na casa de banho numa cassete que antes era do Nel Monteiro mas, epá, aquilo se calhar tem qualidade a mais para o que querem. Então não vai dar". Mas foi mesmo naquela, não queremos fazer mais splits, agora é para gravar outro álbum!

Em que animais é que se inspiraram para as vozes?
Isso é uma pergunta muito boa e pertinente, até porque a nossa principal inspiração em PussyVibes é o National Geographic. Portanto as maiores influências são os leões, os grilos, as rãs, as fêmeas, os ursos, as águias, os dragões e os porcos.

Já pensaram em usar o efeito auto-tune para a voz ficar mais afinada?
Claro! Aliás, usamos sempre em todas as gravações porque nunca tivemos aulas de canto e cantar em PussyVibes, como todos sabem, é uma arte muito refinada. Se por vezes sairmos de tom, nem que seja um bocadinho, o nosso guitarrista, que é daqueles virtuosos estilo Steve Vai, manda parar logo tudo para repetirmos. Assim, pelos menos quando está a ouvir o CD já não refila comigo e o Bruno.

Quantas vezes é que vocês tocaram a mesma música num concerto e ninguém deu por isso? Vá, confessem...
Hmmm... Essa é difícil de responder. É que nós não temos músicas diferentes. O que fazemos é começar todos ao mesmo tempo e cada um improvisa qualquer coisa e depois tentamos acabar todos ao mesmo tempo. O que fazemos pelo meio não interessa! Desde que consigamos parar todos ao mesmo tempo ficamos todos contentes e achamos que demos um bom concerto. É todos ao mesmo tempo.

Se vos dessem a oportunidade de fazer a banda sonora de uma série de desenhos animados, qual escolheriam e porquê?
Não sei o que o resto da banda acha, mas eu curtia fazer a banda sonora do South Park porque os desenhos animados são tão desajeitados como nós.

"Three Dogs in Heat", "Choke on this", "Finger Licking Good". Porque é que nas vossas letras falam tanto sobre a Elsa Raposo?
Porque é a minha mãe.

Tendo em conta o conteúdo das vossas letras, têm a noção de que se o Taveira gostasse de Metal, vocês seriam provavelmente a sua banda preferida?
Sim, sim. Houve um concerto que demos em Braga, no estádio AXA, a convite dele mesmo. Depois do concerto fomos todos para casa dele ver cassetes de vídeo. Foi muito fixe.

As vossas letras estão já escritas tendo em conta o novo acordo ortográfico?
Nós tentamos sempre cumprir a lei, por isso contratámos um brasileiro para fazer a tradução das nossas letras para esse novo acordo.

No festival Barroselas Metal Fest, tocaram com várias bandas, entre as quais os lendários Napalm Death. Estamos curiosos: antes dos Napalm subirem ao palco, qual de vocês é que lhes mudou as fraldas?
Fraldas? Naaaa, Napalm não usa fraldas. Eles gostam de se cagar em palco mesmo à GG Allin. É por isso que o Barney Greenway anda aos saltos dum lado do palco para outro, não quer que o cheiro fique ao pé dele. Então espalha ao pé dos outros e chama pessoal para o palco para disfarçar que foi ele que se cagou.

O que os vossos pais pensam da vossa música?
Acham muito relevante e educativa para a juventude de hoje. Como músicos, temos a responsabilidade de passar uma mensagem para o público e para os nossos milhões de fãs, por isso deixamos sempre a nossa mensagem de merda: barulho é que é bom!

Últimos comentários.
Obrigado pela oportunidade de nos expressar de maneira mais honesta e pura nesta entrevista. Esperamos que os nossos fãs se masturbem a ler isto e a ouvir o nosso cd PUSSY GORE GALORE (ainda temos 5 cópias para vender), o nosso split com GROG e ROADSIDE BURIAL (temos paletes disto para vender ainda, os australianos lembraram-se de fazer um repress não sei porquê, acho que lhes está a correr bem), e o nosso split com NAMEK (muito limitado, acho que já só temos 10 para vender). GIRLS! GORE! GRIND!

PussyVibes

Género:Grindcore
Line-up

Nelson Cravo - Voz
Bruno - Voz
Paulo Alexandre - Guitarras
Miguel Batista - Baixo
Paulo Santos - Bateria

Discografia
2000 - Can you smell it? (demo)
2009 - Pussy Gore Galore
2010 - Grog / Roadside Burial / Pussyvibes (split)

Página oficial
www.myspace.com/pussyvibes


01 outubro, 2010

Hevisaurus: heavy metal infantil

Os finlandeses cada vez mais têm o metal nas veias. Já nascem com aquilo... literalmente. É que até as criancinhas já vão a concertos. Isto porquê? Porque até há bandas de heavy metal... para crianças.
Parece que há lá muitas bandas. A de maior sucesso dá pelo nome de Hevisaurus e conta com músicos de bandas como Thunderstone, Stratovarius e outros.
Na Finlândia apostam em tantas bandas que até já nem sabem o que inventar mais.
Em Portugal lixam-se para tantas bandas que até já nem sabem o que inventar mais.

Aqui vai um video de uma actuação de Hevisaurus.

28 setembro, 2010

Outono / Inverno

Vem aí o tempo frio. Há que preparar a hibernação e reunir uma colecção de cd's de black metal nórdico.

26 setembro, 2010

Laughbanging entrevista Time Out

Time Out é um projecto de heavy/speed/power metal melódico bem ao estilo europeu e que provém dessa localidade tão conhecida pelo seu ambiente pacífico que é... Amora, na Margem Sul.
O projecto surgiu em meados de 1998 pela mão de Ricardo Vieira que compôs e escreveu as letras com a ajuda do irmão Paulo Vieira, para depois gravar a 1ª demo-tape Reality, em 1998 e depois em 2001 com som melhorado.
Como não havia mais elementos da banda para conversar e o Paulo estava ocupado, o Laughbanging foi forçado a falar com o Ricardo.

Time Out - Foto
Quem são os Time Out?
Time Out é um projecto musical de Speed Power Metal Melódico idealizado por mim em 1998. Gravei uma Demo-Tape nessa mesma data, utilizando bateria sequenciada e com a ajuda do meu irmão Paulo Vieira (Ex-The Firstborn) nas guitarras.
A ideia inicial seria para formar uma banda e tocar ao vivo, mas na altura não foi fácil encontrar elementos que estivessem à altura para executar as músicas da Demo-Tape, especialmente na bateria. Entretanto fui tocando em várias bandas de outros estilos e o projecto Time Out ficou na gaveta até agora.

Em 1998 gravaram uma demo com 4 músicas. Depois, só em 2001 é que gravaram outra demo... com as mesmas 4 músicas. Para quando um álbum com as mesmas 4 músicas?
A primeira Demo-Tape foi gravada com muito más condições de material, foi o que tinha na altura. Por exemplo, foi tudo gravado num Mini-disc, a voz principal foi gravada através de um pedal de guitarra, etc.
A Demo-CD de 2001 já tinha melhores condições mas já haviam novas músicas, mas sem letra, e como sou preguiçoso demais para as fazer, regravei as mesmas músicas. A proxima edição será um CD a sério, com uma edição a sério e com cerca de 10 músicas. Provavelmente serão 6 músicas novas e... a regravação das mesmas 4 da DEMO.

Escusado será perguntar qual o alinhamento para um concerto dos Time Out. Serão as mesmas 4 músicas?
Já imaginei como será, talvez umas 3 covers de Helloween ou Gammaray, umas 2 músicas novas, e ... as mesmas 4 músicas da Demo.

Time Out é uma banda portuguesa, gravou 2 demos em 3 anos, nunca deu concertos, nunca apareceu numa revista, só tem sido divulgado numa rádio de Pinhal Novo e a banda aparentemente acabou. Será por isso que a demo se chama Reality?
Chegou a aparecer na Revista Pro-Música que entretanto acabou. Reality é o nome da Demo-Tape porque achei que era a música mais gira das quatro na altura.

Na vossa biografia fazem referência ao facto da demo "Reality" ter sido gravada "num quarto, com material caseiro". Vocês têm noção que foi assim que surgiu a pornografia?
Nunca foi o meu objectivo comparar-me com a pornografia, mas fico lisonjeado pela comparação. Obrigado!

Até que ponto a letra do tema "No Band to Play" fala sobre a cena metaleira em África?
"No Band to Play" é uma música que fala sobre o facto de Time Out nunca ser um grupo e de ser apenas eu o único elemento. Mas a letra foi escrita pelo meu irmão Paulo, que se inspirou em... mim.

Tendo em conta que na vossa demo utilizaram um sequenciador de bateria, não acharam que seria no mínimo justo ele aparecer na vossa fotografia de grupo? Não me digam que saiu da banda?
Tens razão! Vou tratar disso.

Os Time Out são constituídos por dois irmãos, tal como os Tokyo Hotel. Não receiam comparações? É por isso que vocês não usam maquilhagem?
Não, até porque queremos continuar com aspecto de homens.

Mais uma vez, porque ainda não percebemos: quem são os Time Out?
É um projecto que brevemente irá lançar um CD Single com 2 músicas e, se tudo correr bem, gravar-se-há um CD como deve ser.

Ultimos comentários.
Esperem para ouvir!
Entretanto as velhinhas músicas da Demo-CD estão no Myspace : www.myspace.com/mytimeoutspace
e força aí nas entrevistas!

Time Out - Logo
Género:
Power metal melódico

Line-up:
Ricardo Vieira - voz, teclas, programação de bateria
Paulo Vieira - guitarras, baixo

Discografia:
2001 - Reality (demo)

Página Oficial:
www.myspace.com/mytimeoutspace

25 setembro, 2010

Entrevistas Laughbanging: prestes a começar

A primeira entrevista Laughbanging irá ser feita à banda power metal da Margem Sul: Time Out.
Bandas que queiram ser entrevistadas, enviem-nos um email mostrando esse interesse e juntando informações que possam fornecer sobre a banda: link da página oficial, foto, logotipo, local onde se possa ouvir algumas músicas, biografia, etc. Essas informações também terão publicação no blog.
A entrevista terá perguntas inéditas, nunca antes feitas, tudo com tom humorístico, satírico, puro divertimento.
Quem quiser juntar-se a esta iniciativa, faça o favor de avisar.

24 setembro, 2010

Mortician

A caixa de ritmos que gravou os últimos álbuns de Mortician, abandonou a banda. Motivo: divergências musicais.

17 setembro, 2010

Dragonforce: saída do vocalista

O vocalista ZP Theart saiu dos Dragonforce por motivos de divergências musicais. Consta que o vocalista pediu à banda para, em pelo menos 1 música que seja, tocar um pouco mais devagar.
A banda está à procura de um vocalista que preencha o seguinte requisito: gostar de jogos de computador.

11 setembro, 2010

Portnoy

Agora que Mike Portnoy saiu de Dream Theater, parece-me óbvio que esta seria a escolha mais acertada para ocupar o lugar de baterista:
Bem sei que o Animal não tem a mesma técnica que Portnoy, mas como ele os Dream Theater passariam finalmente a ter alguma piada.

09 setembro, 2010

Formigas metaleiras

As formigas também curtem heavy metal. Aqui estão elas na biqueirada a curtir um bom thrash metal.

07 setembro, 2010

Famosos acerca de Laughbanging

"Já não me ria tanto desde que ouvi o último álbum de Six Feet Under."
Chris Barnes

"Muito bacana. É um blogue filha da puta, tal como o Andreas Kisser."
Max Cavalera

"Não gosto. A minha cena é mais hambúrgueres."
António Freitas

06 setembro, 2010

Entrevistas Laughbanging

Brevemente, o Laughbanging irá efectuar entrevistas a bandas pertencentes ao universo do metal.
Serão entrevistas com perguntas inéditas, nunca antes feitas, tudo com tom humorístico.
E será tudo verdadeiro, não nos vamos pôr para cá inventar respostas. Essas respostas serão dadas pela própria banda, como é óbvio.

Mais informações para breve.

29 agosto, 2010

Funérea entrevista André Matos

Funérea é um desenho animado, meio gótico que entrevista músicos. Neste episódio, o entrevistado é André Matos, ex-Viper, Angra e Shaman.
É uma entrevista diferente, bem escrita, com muito humor.



16 agosto, 2010

Perdidos e Achados: Fogueteiro

Aos metaleiros dos anos 80. Lembram-se dos míticos concertos com The Coven, Ramp, Mortífera, Thormenthor ou Procyon no belo recinto do Fogueteiro? No Perdidos e Achados, mostramos como está hoje.

A entrada


O palco


A plateia


Atrás do palco


Fotos: Guzman

Para as bandas de metalcore

Caso não saibam, existem mais acordes na guitarra do que este.

12 agosto, 2010

Fobias

Conheço um engenheiro de som que tem fobia a notas musicais. Ele agora só grava bandas de metalcore.