06 julho, 2014

Laughbanging entrevista Legacy of Cynthia

"Renaissance" é o 1º álbum dos Legacy of Cynthia, uma banda de metal alternativo / progressivo de Sintra. Vindos da terra das famosas queijadas, soubemos que até nem são tão consumidores desse alimento, tendo como preferência outro tipo de alimentos que até ajudaram na composição do álbum. Aqui vai a entrevista à banda.


Então digam-nos lá como é que 5 rapazes de Sintra decidiram formar uma banda? Onde é que vocês se conheceram? Foi no D'lirius Azuis?

Por acaso não foi no D’lirius Azuis que nos conhecemos, mas até podemos ter-nos cruzado por lá umas quantas vezes em busca de inspiração. ahahahaha
Mas a sério tudo começou de forma simples como maior partes das bandas, amigos que querem fazer música juntos, beber uns copos, comer uns caracóis e jogar sueca nas horas mortas.

Simples não é? Sendo vocês de Sintra, no final dos vossos concertos atiram as vossas palhetas e baquetas para o público ou queijadas?
Gostávamos era que nos atirassem queijadas. Com esta crise há anos que não provamos uma. O máximo que podemos partilhar com o público é vinho, mas até para isso têm que nos oferecer umas garrafitas, como foi o caso da festa do lançamento do nosso álbum de estreia (e isto não é a gozar… é mesmo verdade).

Afirmam que o vosso primeiro álbum que sairá em breve terá uma sonoridade mais pesada. Mais uma vez, isso deve-se ao facto de comer muitas queijadas?
Outra vez?! Nós não comemos queijadas há uma data de anos... A sonoridade pesada vem dos litros de cerveja e vinho juntamente com as feijoadas e churrascos que fizemos durante as sessões de gravação. No início até tínhamos previsto ser um álbum de pop, mas olha… deu nisto… assim mais roliço e pesadito… mas achamos que ficou uma coisa apetitosa.

As letras das músicas são em inglês e o nome do álbum é em francês. Decidiram isso porque no Verão em Sintra só se ouve falar essas línguas ou é por outra razão?
Boa questão. Em Sintra falam-se muitas línguas mas na verdade nós odiamos os turistas que por lá andam. O nosso sonho era renascermos como pombos para lhes cagar em cima e eles deixarem a nossa vila em paz. O nome do nosso do álbum vem dai… ahahaha
Agora a sério, o nome do disco tem a ver com um processo de “Renascimento” da banda em si e está directamente ligado às letras das músicas. A data de lançamento do álbum também tem ligação, pois lançámos o álbum na primavera, uma altura em que a natureza se renova.

Quem é o barbudo na capa do álbum?
Toda a gente da banda diz que é o Oz, até porque foi ele que fez o artwork do álbum, mas o gajo cortou o cabelo e tentou escapar-se a essa acusação.
Na verdade é uma variação do Green Man. O Green Man pode ser encontrado em muitas culturas à volta do mundo e está muitas vezes ligado a divindades da natureza em diferentes culturas ao longo dos tempos. Essencialmente, ele é interpretado como um símbolo de renascimento, representando o ciclo do crescimento a cada primavera. Nós achámos que seria a “personagem” ideal para representar aquilo que este álbum significa, não só para nós, mas também enquanto obra musical.

Que tipo de bebidas a banda sorveu enquanto gravavam o álbum?
Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii… Cerveja (muita), vinho (bastante), água, licor chinês, moscatel, sumos detox, bagaço, ice tea… eh pah… basicamente era virar tudo o que lá aparecesse. A garrafeira do Caesar ainda chora cada vez que ouve a nossa voz… ahahahaha

Podem dizer-nos como é que acaba “Os Maias”? É que nós nunca lemos aquilo até ao fim…
Então perderam a melhor parte… O gajo come a irmã sem saber que é irmã de ele e quando descobrem chateiam-se… fim…

Um à parte... Xutos e Pontapés: Sim ou não?
NÃO!

Qual dos seguintes três motivos é que pode justificar o adiamento de um ensaio vosso:
1) Porque joga o Benfica
2) Porque foram a uma manifestação anti-troika
3) porque um dos elementos da banda comeu cozido à portuguesa ao almoço e os restantes elementos do grupo receiam estar numa sala fechada com ele?

Fuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!! A última é sem dúvida a mais válida… Imaginem reunir nesse dia Nagasaki, Hiroshima, Chernobil e o Rio Trancão num espaço com 20 metros quadrados … Vocês alinhavam nisso? Nós fomos enganados uma vez… mas à segunda só cai quem quer. ahahahahaha

Considerariam dar um concerto em Sintra, organizado pelo Sousa Cintra, com o patrocínio da cerveja Cintra a abrir para Mónica Sintra?
É um dos nossos sonhos!!! Vocês podiam tratar disso… e a Mónica Sintra alinha de certeza. Ela é fã do nosso trabalho.

Últimos comentários:
Antes de mais agradecer-vos pela iniciativa e pela abordagem diferente em modo de entrevista.
Convidamos todos a visitarem o nosso facebook – www.facebook.com/legacy.cynthia - e ouvirem o nosso trabalho e estarem atentos ás novidades e datas de concertos que vamos divulgando.


Género:
Alternative Metal

Line-up:
Peter - Voz
Oz - Guitarra
Mário Lopes - Guitarra
Caesar - Baixo
Paulo Adelino - Bateria

Discografia:
2011 - Voyage (EP)
2014 - Renaissance

Páginas oficiais:

29 junho, 2014

Laughbanging entrevista The Sorcerer

The Sorcerer é a chamada "banda de um homem", sendo esse homem o Hugo Andremon. Este projecto foi criado em 1994 mas só em 2014 é que lançou o seu 1º álbum. O Laughbanging conversou com o Andremon. Para quem acha que o pessoal do black metal não tem sentido de humor, então leia esta entrevista.


Quantas vezes é que tiveste de dizer às pessoas que The Sorcerer é um projecto musical e não uma personagem de Dungeons & Dragons?
Na realidade é um personagem de um jogo do ZX Spectrum 48k. Quem são os danças com dragões? Algum filme novo com o Kevin Kostner?

Já tocaste em Grog, Simbiose e Filii Nigrantium Infernalium… Para quando “Hugo Andremon, o Best of”?
Já me tinha lembrado disso, mas ainda estou à espera da confirmação do Rod Stewart para uns duetos.

No que à Noruega diz respeito, achas que devíamos importar mais Black Metal e menos bacalhau?
Voto no salmão e na carne de baleia que tb é mto boa!

Quais as marcas de whisky que serviram de inspiração para a composição do teu 1º álbum?
Só bebi bebidas malditas, poções mágicas e orações.Ucal achocolatado, batidos de frutos, medronho e Antiquissima.

Há um tema no teu 1º longa duração que se chama “Entre as Trevas e a Sarjeta”. É sobre o povo português pós-Troika ou tem outra temática?
Essa é uma musica especial, pessoal. Fala de missa da brava, churrasquinhos ao léu, profanação do corpo e da alma, orgias de trevas, a queda na sarjeta.

Compões as músicas e tocas todos os instrumentos. Qual a relação que tiveste contigo próprio ao propores ideias para as músicas e quantas discussões tiveste contigo próprio?
Sim, foi uma tarefa dificil conciliar o Hugo e o Andremon. Houve mocada, obviamente!

Viveste a era do tape trading… Eras daqueles que pedia os selos de volta?
Bons tempos! Não nunca pedi selos de volta, mas fartei-me de devolvê-los, eheheh!

Costuma-se perguntar aos músicos qual foi o último álbum que compraram… Portanto, qual foi o último álbum que sacaste da net?
Não me lembro...talvez o best of de Bonnie M.

Hugo, dá uma olhadela nisto:



Para quando a tua vez?
Ando a treinar para isso, mas o meu sonho é entrar na Casa dos Segredos e fazer dakilo, ainda mais, um prostíbulo infernal, só putas e drogas e alcool e rock n roll!!

O projecto The Sorcerer foi criado em 1994, mas só lançaste um álbum agora em 2014. Podemos esperar novo álbum já em 2034 ou é cedo demais?
Por essa altura...Talvez uma demo com 2 temas.

Últimos comentários:
Chupas?


Género
:
Black Metal

Line-up:
Hugo Andremon - Todos os instrumentos, voz, programação de bateria
Rolando Barros - Bateria (sessão)

Discografia:
1996 - Through the Valley of Shadows (demo) 
2002 - The Second Coming... (demo) 
2013 - ... Enterrai os Vivos e Cuidai dos Mortos... (split) 
2014 - A Graveyard of Fallen Dreams 

Páginas oficiais: 

23 junho, 2014

Laughbanging entrevista Charles Sangnoir

Charles Sangnoir. Ele é vocalista, pianista, guitarrista, compositor, letrista, escritor, pintor, editor discográfico, cartomante e sabemos lá mais quantas coisas faltam. E isso tudo só numa 3ª feira.
Com tantos projectos que este multi-artista da Margem Sul se dedica já há muitos anos, todos ligados à arte alternativa e obscura e muitos deles ligados a vários estilos do Metal, o Laughbanging não pôde deixar de ter uma conversa descontraída... vá, conversa meio parva (como é costume do Laughbanging) com a pessoa de Charles Sangnoir.


 “Charles Sangnoir”, “La Chanson Noire”, “Necrosymphonic Entertainment”. Quantas vezes é que já viste estes nomes mal escritos e quando é que te fartaste de ligar a isso?
Se tivesse uma moedinha por cada vez que se enganam a escrever estes nomes, o meu cachet seria bem avantajado - no  fundo já nem me consigo chatear com o assunto mas já considerei colocar nas exigências do rider técnico: vinho tinto, haxixe e promotores com a quarta classe.

Cantas, compões música, escreves letras, tocas piano, tocas guitarra, és editor, escreves livros, pintas,... Tens tempo para ir à casa de banho?
Na verdade faço muito do meu trabalho criativo no wc - para todos os efeitos é arte de merda por isso é uma coisa bem fundamentada!

Como é que explicas a quem não conhece o teu trabalho que, apesar de seres da margem sul e o teu projecto em português significar “A Canção Negra”, nada tem que ver com Kizomba?
Na verdade não tenho como refutar essa afirmação, e há um fundo de verdade na suposição popular: sempre fui africano da cintura para baixo.

Imaginemos que estás no backstage de um concerto, onde, entre outras coisas que tinhas exigido, existe vinho tinto, mas é de pacote. O que fazer?
Nunca se diz que não a um bom pacote.

Falemos sobre a tua editora, Necrosymphonic Entertainment… Como é que surgiu esta tua ideia de perder dinheiro?
O masoquista que há em mim é mais forte: não consigo viver confortavelmente descansado, por isso tive que inventar este poço sugador de dinheiro para me deixar na penúria. Ainda assim, posso sempre orgulhar-me de lançar projectos que mais ninguém teria coragem - e poupo imenso dinheiro em comprimidos para a tensão baixa.

Lançaste um livro e vários registos de La Chanson Noire através da tua editora. Quantas vezes foi preciso reunires-te contigo próprio para mostrares o teu trabalho para ser aceite e assinar contrato contigo próprio?
O pior não é isso - na verdade eu tenho um feitio horrivel e com este tipo de negociata pois nunca me consigo despedir a mim mesmo!

Em Maio, deste um concerto no Cemitério dos Prazeres. Foi um prazer ou o ambiente estava morto?
Estava mortinho por fazer este espectáculo, foi excelente e esteve casa cheia, mas na verdade mesmo que não viesse ninguém para assistir já tinha uns milhares aos meus pés mesmo antes de começar!

A tua mãe alguma vez te agradeceu por te vestires sempre de preto, principalmente pelo facto de apenas ter de fazer uma máquina de roupa?
Uma vez resolvi o problema de uma vez por todas. Disse: "Mãe sou drogado e adoro Satanás". A partir do momento em que assumes as coisas já não há gozo em alguém tas apontar.

Vídeos no Youtube de gatos a tocarem piano: uma forma de descontrair ou uma ameaça ao teu trabalho?
Esses videos têm uma utilidade pública: se alguma vez estiveres a sofrer por envenenamento ou intoxicação alimentar, são o modo mais prático de fazer uma purga.

Já se falou aqui muito sobre música. Posto isto, esta próxima pergunta não é sobre música. O que achas do último álbum do David Carreira?
Fiquei severamente triste. Quando pensei que os meus discos só serviam para bases de copos eis que surge alguém com a mesma ideia mas muito mais capacidade de fabrico!

Últimos comentários:
Não poupem no vinho nem no lubrificante - Sejam ecológicos, plantem erva em casa!
A revolução já começou, falta descobrir onde!

Alguns projectos:
La Chanson Noire
(banda de Pop / Goth / Punk / Alternative)
Compositor, voz, todos os instrumentos

Necrosymphonic Entertainment
(editora discográfica)
Fundador e editor

Caderno de Desapontamentos
(livro)
Escritor

Páginas oficiais:
https://www.facebook.com/chansonnoire
http://www.lachansonnoire.com
http://www.necrosymphonic.com/




16 junho, 2014

Laughbanging entrevista Moonshade

Moonshade é uma banda do Porto que toca death metal melódico. Tem 2 EPs lançados, o 2º precisamente este ano, no qual estão a promover. A banda contactou o Laughbanging para uma entrevista, pois dizem que não se levam a sério. Pois então, o Laughbanging é o local ideal para uma conversa idiota e que se passou da seguinte forma:


Estivemos a ouvir o vosso som e ficámos na dúvida: vocês são do Porto ou de Gothenburg?

Epa isso da cena de Gothenburg nem comento, é tudo uma cambada de posers. O verdadeiro death-melódico começou nas ruas frias e melancólicas da Maia, mais tarde surgindo a cena de Fânzeres que se expandiu para Gondomar inteiro e Matosinhos, e tudo isto foi basicamente copiado por aquela malta lá de cima. É triste.

Ok, vocês são do Porto. Assim sendo, nunca pensaram em convidar aquele gajo que está sempre a tocar trompete nos jogos do F.C.P. para participar numa das vossas músicas?
Pá, para representar verdadeiramente do F.C.P, temos de pôr um gunão a fazer rap, e obviamente mal nos apercebemos disto mandamos um mail aos milhares de gunões que cavalgam livremente pelas planícies urbanas do Porto, mas os poucos que responderam mandaram um mail colectivo a dizer "ó mano safa-me aí um naite"… É triste como este país não leva o metal a sério.

Em 2010 gravaram um EP; em 2014, um novo EP… Estão a tentar quebrar algum record do Guiness com o maior nº de EPs gravados?
Nós na verdade nem sabemos bem o que quer dizer EP, mas imaginamos que é algo dentro da linha de pensamento de “pá isto para álbum tá fraquinho, chama-lhe EP e siga pá frente”. Portanto, se for nessa linha de pensamento, contamos quebrar o record do Guiness.

O vosso 1º EP chama-se "The path of redemption" e mostra na capa um caminho no meio da floresta, o "caminho para a redenção". A que bar vai dar esse caminho?
Vai dar ao bar do ……………………………………………..................................................
……………………………………………..............................................................................
……………………………………………..............................................................................
…….……......................................................................Satan.

Depois do pássaro ter posado para a capa do vosso 2º EP, o que fizeram com ele? Sopa de penas, pássaro na pedra, pescadinha de rabo no bico,...?
Aquele corvídeo era um animal extremamente bem treinado, e essa foto foi tirada no épico momento em que o mandamos ir buscar uns pastéis de Chaves e duas grades de minis. Entretanto nunca mais voltou, cremos que os pastéis já eram peso a mais. Flango, se estiveres a ler isto: we miss you, sweet prince.

"The Depths of Despair", "Fall to Oblivion", "Into the Abyss"... Já algum médico passou receitas de Prozac à banda?
Amigo, o Benfica foi campeão, foi um ano complicado… Em geral, como compositores, gostamos de ver as coisas pela positiva, porque sabemos que Deus Nosso Senhor está do nosso lado e vai-nos dar muita força, e não passamos um ensaio sem olhar para o nosso póster do Papa Francisco todo nu (com medidas reais, se é que nos entendem) para nos inspirar e para ganharmos forças para outro dia. Se bem que a opinião que circula nas escolas primárias italianas é que visto ao vivo é ainda melhor.

O vosso 1º EP é composto por 4 músicas. Já no 2º, além de 4 músicas, têm um interlúdio e 2 instrumentais. Estão a contar em ter no vosso 3º EP só instrumentais e talvez no 4º só o som da baleias e assim não precisam de inventar músicas?
A partir do momento que Sunn O))) tem fãs, compor música é sobrevalorizado. Além de ser chato, é muito mais prático ir fazer um ripoff da banda sonora de um filme qualquer… Estávamos a pensar no Frozen.

Só 1 de vocês é que tem o cabelo comprido. Deverá ele ficar preocupado com alguma partida vossa em tourné, do género, quando menos esperar, um dia acorda e tem o cabelo todo cortadinho?
O Afonso é absoluta e indubitavelmente intocável no que toca a questões capilares. Ele é o nosso trve de estimação e manterá aquela juba majestosa e magnanimamente sensual enquanto estiver na banda, caso contrário, perderemos a credibilidade toda.

Sendo vocês do Porto, gostávamos de saber se por acaso têm os nºs de telefone da Maria Cerqueira Gomes, Andreia Teles e Sónia Araújo?
Tínhamos mas apagamos, até costumávamos andar com elas mas depois sabes como é, as gajas começam logo a colar-se muito e a gente quer é espaço, somos homens do mundo. Aliás, as nossas fotos falam por si, conseguimos arranjar muito melhor.

Para um futuro registo, qual destas editoras mais vos agrada: KickAss Torrents ou The Pirate Bay?
The Pirate Bay, porque o criador do The Pirate Bay foi preso, e isso é muito mais metal, aliás isso é metal ao nível da tanga de cabedal do Joey DeMaio, e nada é mais metal do que a tanga de cabedal do Joey DeMaio.

Últimos comentários:
Falando num tom mais sério: Andam para aí uns haters a mandar umas bocas foleiras, a dizer que não somos originais e que somos basicamente uma cópia barata de Insomnium, e essas pessoas vão ver que estão completamente erradas após o lançamento do nosso primeiro álbum, Across The Dark.
Fica a dica, bjs.
P.s.: Quem quiser, está convidado a investigar o nosso mais recente lançamento, o EP "Dream | Oblivion", se bem que depois disto não vos culpamos se não quiserem.


Género:
Melodic Death Metal

Line-up:
Ricardo Pereira - Voz
Pedro Quelhas - Guitarra
Dinis Martins - Guitarra
Afonso Aguiar - Baixo
Sandro Rodrigues - Bateria

Discografia:
2010 - The Path of Redemption (EP)
2014 - Dream | Oblivion (EP)

Páginas oficiais:


06 junho, 2014

Temáticas nos próximos álbuns

O Laughbanging adivinha aqui as temáticas dos próximos álbuns destas bandas:

Tankard - Cerveja
Running Wild - Piratas
Deicide - Anti-Cristianismo
Manowar - Heavy metal
Grave Digger - Escócia
Sabaton - 2ª Guerra Mundial
Macabre - Serial killers
Rhapsody of Fire - Dragões
Carcass - Operações cirúrgicas em entranhas
Cannibal Corpse - Formas de esventrar humanos
King Diamond - Casa assombrada da avó


02 junho, 2014

Laughbanging entrevista Serrabulho

Os Serrabulho são uma banda de happy death/grind de Vila Real, lançaram um álbum chamado Ass Troubles, as letras são sobre cocó, vómitos e peidos, mascaram-se em palco e têm como uma das suas influências os desenhos animados do Ren e Stimpy. Por isso são a banda perfeita para uma entrevista no Laughbanging. Aqui está a conversa idiota com o Paulo e o Toká.


"Serrabulho" em vez de "Sarrabulho". O que é que se passou? A gráfica que fez o vosso logotipo foi a mesma dos Megadeth?
Paulo: Não (risos), isto foi mesmo uma ideia nossa. Como a zona onde moramos é rodeada por 2 serras (Alvão e Marão), decidimos trocar a letra A pela letra E, de forma a fazer essa alusão.
Toká: Bom dia...Serrabulho em vez de sarrabulho, pois nós somos da Serra, percebes? Estivemos para ser xerrabulho, mas depois o pessoal do sul não percebia o que era e acabámos por deixar assim.
Sim, a empresa que fez o logo foi a mesma de Megadeth. Pagaram-nos bastante para divulgar isto, pois é a sua "menina dos olhos"

Atendendo ao vosso estilo de música e à temática das vossas letras, o vosso sonho é tocar no Obscene Extreme ou na próxima edição da Feira Ovibeja?
Paulo: O Obscene é um dos objectivos, sem dúvida! e já estivemos mais longe de ir lá, mas estamos a trabalhar nisso, talvez 2015 reserve alguma surpresa. Quanto à Ovibeja, isso seria fantástico, porque é uma feira ligada à área da agricultura e que por si só tem muitos elementos ligados à temática de Serrabulho.
Toká: Pá, ambas são diferentes. Tudo pra nós é um objectivo, visto que já tocámos um unplugged num teatro, já animámos dois casamentos e já tocámos numa festa pimba como banda principal. Tudo o resto pra nós são meras tarefas diárias. Por isso, qualquer convite será bem vindo, desde que nos paguem os 200.000€ de cachet.

Porque decidiram dar o nome ao vosso 1º CD de "Ass Troubles"? É porque gravaram as músicas obstipados?
Toká: O nome Ass troubles deriva directamente de estarmos a gravar o álbum obstipados. E visto que os temas são baseado em factos veridicos, resolvemos passar os nossos problemas para o público. Mas, confesso aqui em primeira mão que a culpa foi da merda das castanhas cozidas que comemos a seguir a termos jantado arroz de "munições". Feijocas daquelas grandes, sabes? Pois... no dia a seguir foi muito mau mesmo e acabou por sair um...álbum.

Poderá dizer-se que "Ass Troubles" é um álbum conceptual sobre o rabo? Qual será a parte do corpo humano que falarão no próximo álbum?
Toká: Não só, porque além do rabo também contém referências à boca, tal como os temas - inspirados em factos verídicos, repito - Pubic Hair in the Glasses in Lèche Moi les Couilles.
No próximo album vão haver mesmo muitas surpresas e uma delas, divulgo já aqui, é voltar a falar sobre o rabo!

A música "Disgusting Piece of Shit" é dedicado a algum político em especial?
Toká: Sim...ahahah! A todos!
Paulo: Não tinha visto por aí quando o criei na guitarra (risos), mas não é só para políticos então, é também para as pessoas que no fundo se aproveitam dos outros e que não têm valor nenhum, mas acham-se superiores.

Falando ainda sobre o vosso CD "Ass Troubles", como é que o devemos tirar da caixa? Com as nossas próprias mãos ou com um clister?
Toká: A técnica é tirá-lo da caixa estando sentado na sanita, tirar foto com o respectivo (CD!) e enviá-la para nós, de luvas. Atirá-lo com muita força para o chão e encomendarem-nos outra cópia.
Paulo: Tirem-no com as mãos! O clister não será pra meter no cu?? Como vão conseguir tirar o Cd com o clister no cu!!

Se os motards são contra os rails, os Serrabulho são contra a comida gourmet?
Toká: Sim, completamente! sempre que nos nossos concertos temos direito a limousine e a comida gourmet, ficamos sempre famintos e temos de repetir a refeição umas doze vezes.

O que é que os vossos pais pensam da vossa música? E das letras? E da capa do álbum?
Toká: Pensam em algo como "Ai, meu filho, que orgulho!"
Paulo: os meus lidam bem e sabem que toco porque realmente gosto de o fazer Sobre as músicas não têm uma opinião formada (risos). Acham apenas piada aos nomes e dizem que é barulho bem feito (risos). Talvez por isso tenhamos conseguido lançar um álbum. Quanto à capa perceberam a temática, bem como a ligação à nossa zona, país e nome da banda.

Quem é o vosso estilista?
Paulo: Emporio Armani, agora mais a sério é a Raimunda, feia de cara mas boa de bunda! Hahahahaha.
Toká: Não...é um alfaiate de 81 anos, o Sr Gervásio. Sofre um bocado conosco, mas é bom homem!

Como seria um prato de "Papas de Serrabulho" confeccionada por vocês?
Toká: Com cócó!Sempre podes experimentar no restaurante que abrimos aqui em Vila Real. Chama-se "O Badalhoco"!

Últimos comentários:
Toká: PATATI PATATA, je croix qui cèst un problem trés interessant...
Pá, façam-nos um favor: arranjem alfaiates para vocês poderem ir bué da giros para os nossos concertos!
E, se souberem de um patrocinador de bolas de praia e bóias, agradeço que nos comuniquem! Cheers!



Género:
Grindcore/Death Metal

Line-up:
Toká - Voz
Paulo Ventura - Guitarra, Voz
Guilhermino Martins - Baixo
Ivan Saraiva - Bateria

Discografia:
2013 - Ass troubles

Páginas oficiais:


30 maio, 2014

Perpetratör - cassete

O futebol está tão enraizado na vida das pessoas que nem os Perpetratör escapam das ligações a esse desporto.


29 maio, 2014

Laughbanging entrevista Theriomorphic

Quando se pensa em "death metal" e "Lisboa" o que é que vem logo à mente? Theriomorphic. Ok, se calhar ainda vem primeiro "Noites do Bairro Alto". E logo a seguir o bar "Lusitano"... e calhar ainda a "cerveja", mas em termos de bandas de death metal é Theriomorphic. E também é esse senhor do "metal da morte" que é o Jó. O Laughbanging falou com o Jó e aqui está a entrevista.


A banda já existe há 15 anos. Consideras muito ou pouco tempo atendendo que durante este período o Sporting foi campeão apenas por uma vez?

Ena, uma pergunta com rasteira. Nos últimos 15 anos, o Sporting foi campeão, não uma, mas duas vezes e a banda, este ano, celebra 17 anos desde a sua fundação e não 15. E nesses 17 anos o Sporting também foi campeão duas vezes e não apenas uma! Curiosamente, as mesmas vezes que o Benfica foi campeão, no mesmo período.

A banda tem o nome de "Theriomorphic", o álbum de 2005 chama-se "Enter the Mighty Theriomorphic" que tem um tema chamado "Theriomorphic" e o álbum de 2008 abre com o tema "Rise of the Theriomorphic". Isto é o amor que vocês têm pela banda ou é para não se esquecerem do nome?
Por acaso, já houve quem não conseguisse escrever correctamente “Theriomorphic”, mesmo sendo um membro de Theriomorphic. Mas nós conseguimos lembrar-nos que o nome da banda Theriomorphic é “Theriomorphic”, a ideia é fazer com que o público em geral, promotores, jornalistas, etc., ou seja, não membros de Theriomorphic, saibam que a banda se chama Theriomorphic e, acima de tudo, que saibam escrever “Theriomorphic” e, principalmente, dizer “Theriomorphic”, em vez de algo tipo “tu és dos té… té… termo… coiso, não és?” Vê-se que, lá no fundo, eles até sabem que estão a falar de Theriomorphic, mas não conseguem dizer “Theriomorphic”. Temos esperança de que um dia consigam dizer “tu és dos Theriomorphic, não és?” e, também, que alguns promotores e organizadores consigam escrever “Theriomorphic” correctamente nos cartazes.

Lançaram uma demo em 2000, depois um álbum em 2005 e outro em 2008. Estamos em 2014 e ainda não lançaram nada. Acham que ainda é cedo?
“Um feiticeiro nunca se atrasa, nem se adianta. Chega precisamente quando tenciona chegar!” (Gandalf, o Cinzento)

Jó, alguma vez chegará o dia em que cortarás o cabelo?
Vou revelar aqui um segredo em primeira mão. Eu corto o cabelo, de vez em quando. Mas pouco, para que ninguém note. É engraçado, porque é nessas alturas que muita gente me diz “Epá, o teu cabelo está mesmo comprido. Nunca o tiveste tão comprido, pois não?”

O CD "The Beast Brigade" foi lançado pela tua editora. Foi difícil convenceres-te a ti próprio a lançar o cd pela tua editora? Como é que te abordaste? Como foram as reuniões contigo próprio?
Foi muito fácil. Vivo comigo, trabalho comigo, passo comigo mesmo muito tempo e, inclusivamente, durmo comigo. Na prática, estávamos permanentemente em reunião, então podíamos ir regateando um acordo, mesmo tendo de interromper as negociações, para tratarmos de outros assuntos pelo meio. Eu já tinha pensado em criar a editora em editar a minha banda, anos antes, mas a coisa ficou em águas de bacalhau. Em 2008, estava a sondar algumas editoras e vi que eu estava mesmo ali ao lado e já nem me lembro bem se fui eu que propus a banda à editora ou se fui eu que propus à banda editá-la. Mas havia uma sintonia perfeita e foi um parto natural…

Houve uma altura em que tocaram bastante ao vivo e pensam em voltar fazer o mesmo. Ainda têm paciência para chegar cedo ao local e esperar umas 3 horas, para depois montar tudo, aturar os caprichos do técnico de som, actuar com um som bem diferente do soundcheck, desmontar tudo, sair do local quase de madrugada e receber uns míseros cêntimos?
Já não há muita, de facto. Agora vamos mais tarde, a tempo do jantar à pala, e aproveitamos o som já feito pelas outras bandas porque, principalmente, a monição já está quase no ponto ou minimamente perceptível. E não tocamos por uns míseros cêntimos mas, no mínimo, a troco de cerveja. Muita cerveja. Por isso é que acabamos por sair de madrugada, porque a cerveja leva tempo a beber.

Atendendo ao estado do país, a questão que se coloca é: tinto ou branco?
Tinto, cor de sangue! Líquidos brancos ainda os fazem multiplicar-se, é melhor não brincarmos com coisas sérias…

No dia da mãe, também colocaram uma foto da vossa no Facebook?
Não, porque somos todos filhos de mães diferentes. Se não fosse assim, talvez colocássemos.

Já passaram pela banda inúmeros músicos, tendo acabado por sair pelos mais variados motivos. Ao bom estilo Revista Maria e TV 7 Dias, este é o teu momento para falares mal deles…
Nem a Maria, nem a TV 7 Dias, fizeram ainda uma oferta verdadeiramente tentadora. Gastam balúrdios para saber histórias polémicas do Cristiano Ronaldo ou dos concorrentes da Casa dos Segredos mas, aos músicos, perguntam sempre se não podemos fazer de borla, a troco de promoção, uma imperial e uma bifana. Por menos de uma grade de cerveja a cada um, nunca saberão nada…

Imaginem-se no Wacken. O recinto está cheio e o público ao rubro! A banda está em palco e, apesar de pronta para começar a tocar, falta o guitarrista. Entretanto, ele aparece, bêbado, com uma cerveja numa mão e uma guitarra do Guitar Hero na outra. O que fazer?
Nós só tocaríamos no Wacken a troco de um cachet milionário e seria a fazer playback, por isso, poderíamos ir para o palco bêbados ou nem irmos todos para o palco. Hoje em dia, tanta banda toca com instrumentos e vozes pré-gravados, que ninguém estranharia sermos só dois ou três… ou um! O problema é que aquela água suja a que eles chamam cerveja não embebeda, praticamente. Mas o hidromel é muito bom.

Últimos comentários:
Os últimos comentários que li, foi no Facebook, numa publicação com o título “Qual seria seu nome de travesti?”. Eram da autoria de várias pessoas conhecidas do meio, por isso, prefiro não falar em nomes, nem reproduzir os ditos comentários…


Género:
Death Metal

Line-up:
Jó - Voz, Baixo
João Duarte - Guitarra
Zé - Guitarra
André Silva - Bateria

Discografia:
2000 - The Human Masquerade (demo)
2005 - Enter the Mighty Theriomorphic
2008 - The Beast Brigade

Páginas oficiais:
http://www.theriomorphic.org/
http://www.facebook.com/pages/Theriomorphic/298493837097
http://myspace.com/theriomorphic

18 maio, 2014

Laughbanging entrevista Veinless

O Laughbanging entrevistou mais uma banda da Margem Sul, os Veinless. A banda tem tocado bastante ao vivo e os músicos já andam nestas andanças desde o tempo da mãe da Maria Cachucha. Com as respostas mais curtas de sempre numa entrevista, mas não menos bem humorados e malucos, aqui fica a conversa.


Falemos do vosso nome: Veinless! Têm noção que é coisa para deixar qualquer vampiro desesperado?

Fizemos uma viagem à Transilvania, comemos uns hamburgueres de alho e ficámos sem veias.

Dizem que a banda é formada por músicos provenientes de vertentes musicais totalmente diferentes. Qual de vocês é que gosta de pimba?
O Emanuel.

Sendo vocês de Almada, temos que perguntar. UHF: sim, são uns deuses (ou não), era metê-los num cacilheiro à deriva no Tejo?
Conheces o Marquês de Pombal? Rua do Carmo o quê?

Como explicam a existência de tantas bandas de Heavy Metal oriundas da Margem Sul? É porque os casacos de pele aí são mais baratos?
E porque é um microclima.

Como é que fizeram a audição para encontrar o vosso vocalista? Sentaram-se de costas para ele enquanto cantava, até que um de vós gostou do que ouviu, carregou num botão e a cadeira virou?
Não. Estávamos desesperados e apanhámos um gótico em saldos na Rua do Carmo.

Vocês lançaram uma demo em 2003 e depois um EP em 2012. Não acham que estão a ser rápidos demais?
Speed Metal é a nossa meta.

Qual de vocês é que vai mais bêbado para o palco?

O Roger.
 

Há uma música no vosso EP que se chama “Drunken Nightmare”. Existe alguma parte do dia ou da noite em que vocês não estão bêbados?
Sim. Quando estamos a curá-la. 

Eddie, quantas vezes é que tiraste o som do baixo em palco porque não te lembravas da música?
Não me lembro.

Tendo em conta que a tradução literal da expressão “Heavy Metal” para português é “metal pesado”, concordam que "Lisnave" dava um excelente nome para uma banda?
Claro que sim. Toda a gente sabe que os Black Sabbath eram para se chamar Lisnave!

Últimos comentários:
Vocês são os maiores.


Género:
Metal / Rock / Thrash

Line-up:
António Boieiro - Voz
Kronos - Guitarra
Roger - Guitarra
Eddie - Baixo
Thrash - Bateria

Discografia:
2003 - Veinless (demo)
2012 - Share the Guilt (EP)

Páginas oficiais:
https://www.facebook.com/Veinlessband
http://www.myspace.com/veinless





14 maio, 2014

13 maio, 2014

Laughbanging entrevista Disthrone

-"Disthrone."
-"Throne. Pronto, já disse."
Depois desta piada idiota, falemos da banda.
Os Disthrone são da zona do Seixal e praticam um som que mistura crust, punk, d-beat, black metal, thrash metal e cerveja. Somente com 1 demo editada de momento, já começam a deixar devastação sonora por vários palcos do país, através do som dos instrumentos bem como da menina vocalista que tem um poder vocal capaz de provocar uma réplica do terramoto de 1755. O Laughbanging conversou com a frontwoman Atomic Carina Nightmare.



Sendo vocês da Margem Sul, expliquem-nos lá: isso é mesmo um deserto? É difícil arranjar água potável por aí?
Epá não considero propriamente um deserto, pois camelos há em todo lado, não apenas e só aqui na MS. Quanto à água potável não nos interessa muito, pois abandalhamos a higiene pessoal e, quando temos sede, cerveja é o que consumimos para não desidratar.

És conhecida como Atomic Carina Nightmare. De onde é que surgiu a alcunha "Carina"?
Foi ainda na pré-escola. Os meus pais mandaram fazer um bibe para mim, no entanto a costureira viu-se tramada quando foi para bordar Atomic Nightmare pois, além de ser extenso, os meus pais não estavam para pagar mais uns tostões à mulherzinha para usar mais linha. E então decidiram, "epá bora chamar Carina à miúda, porque é um nome mais simples e giro de berrar aquando ela fizer avarias".

Como é que explicas aos teus pais que apesar de seres rapariga não gostas propriamente de Beyoncé e afins?
Eles na verdade sempre desconfiaram, pois desde petís que demonstrei ser uma menina um pouco à parte das outras. O meu entretém enquanto pequenina era brincar com Barbies sim, mas em vez de as pentear, vestir roupas bonitas e etc, achava mais piada incendiar-lhes o cabelo, decepar-lhes a cabeça, desmembrá-las e por aí. Mas bem, desde a minha infância que oiço as clássicas do rock, tais como Scorpions, AC/DC, Dire Straits, Queen...

Falemos sobre a vossa demo, "Anti-System". É que ficámos curiosos. Quando dizem ser anti-sistema, estão a falar de qual? IOS, Android, Windows?
Todos esses e mais alguns dos que daí vierem. Nerds, caixas de óculos atafulhados de dinheiro à pala de "máquinas" às quais a sociedade teima em depender. Na verdade somos bastante leigos nesse assunto. Preferimos enviar cartas, à antiga, e a cola dos selos é porreira.

A música "J.F.O." é dedicada a que político? E a "Anti-System" é dedicada a que político? Já agora, a "Intro" é dedicada a que político?
Resumidamente, toda a demo é contra todos os políticos e suas pseudo-políticas de merda, vazias de razão e sentido. Políticos na forca.

Porquê a música tributo a Elisabeth Bathory? Não acham que deviam apoiar mais o que é nosso, por exemplo, fazendo uma música tributo a Paco Bandeira?
Nunca pus de parte essa ideia, aliás, tenho ainda a ideia de gravar uma cover do André Sardet. Uma versão alternativa, cuja letra será algo do género: "Desgosto de ti desde aqui até cu de Judas (...) Desgosto de ti simplesmente porque desgosto / Desgosto de ti por existires assim".

O facto de terem lançado a vossa demo em cassete é por serem tão anti-sistema que nem no mercado CD e MP3 vocês querem entrar?
É. Nós, apesar de putos, somos à antiga. Queremos que o nosso som seja recatado, que seja apenas disfrutado por pessoal que ainda tem na sua posse um walkman com mais idade que quem o possuí. Mas bem, é pouco triste perceber que se perde imensa qualidade na música desde a transição de vinil ou tape para CD, e para MP3 e por aí a fora. Vinil e tape rulam!

Ouvimos dizer que vocês cancelaram um concerto só porque tinham ganho bilhetes na rádio para a estreia do filme “Sei Lá” da Margarida Rebelo Pinto. É verdade?
Confirmo, foi verdade. Nós consumimos obras (de merda) de autores (de merda) do calibre dessa "senhora", pois damos conta que, de facto, há algo mais para abordarmos nas nossas malhas. Há que alertar as pessoas para estupidez, cuja é uma ameaça desde o ínicio dos tempos e que prolifera que nem ratazanas. Imbecilidade que perdura. E, quando nos deparámos com uma super-produção cinematográfica à pala de um pseudo-romance de uma tia armada em escritora, o nosso pensamento foi uníssono "mais valia termos cagado um pé todo".

Se uma editora pegasse em vocês e vos prometesse pagar muito dinheiro e lançar vários álbuns, desde que mudassem o estilo para kuduro e tocassem nos comícios de um partido político, aceitariam?
Sim, desde que nos fosse garantido um abastecimento vitalício de grades de cerveja importada, de preferência, belga. Ya, éramos ingrumes capazes de nos vendermos por cerveja da boa para o resto dos nossos dias.

O vosso som, apesar de ser principalmente crust/d-beat, tem influências do punk e do black metal. Posto isto, como seria um fim de tarde bem passado: a lutar contra o sistema ou a lutar contra uma galinha para ser sacrificada no altar de uma missa negra?
A lutar contra o sistema com uma galinha deveras valente do nosso lado, e depois acabaríamos a noite da melhor forma: Numa missa negra onde não se sacrificariam animais galináceos, mas sim animais daquela espécie que costumam estar a zurrar uns com os outros no parlamento. Tudo isto ao som dos discos de Discharge, Darkthrone, Bathory, Hellhammer, Wolfbrigade, Doom e mais uma ou outra banda cuja é referência para o nosso som.

Últimos comentários:
Prevê-se nova destruição sonora em breve, estão de momento a decorrer gravações nas nossas catacumbas para o próximo registo, cujo será um split com outra banda facultada de sonzaço!!! Entretanto...Nós somos e seremos até à infinidade cósmica, os Disthrone, nome que irá sempre fazer as pessoas perguntar com confiança "Isso é a junção de Discharge com Darkthrone, não é?" Somos uns putos desvairados que tocam um género musical que não é de todo recomendado a tímpanos sensíveis.
Oiçam Martelo Negro, Midnight Priest, Ravensire, e Battlescars. Em nome da liberdade... ANTI-SYSTEM! UGH


Género:
Crust/punk/black/thrash metal

Line-up:
Atomic Carina Nightmare - Voz
Daniel Pereira - Guitarra
Pedro Santos - Baixo
Tiago Steelbringer - Bateria

Discografia:
2013 - Anti-System (demo)

Páginas oficiais:


08 maio, 2014

Running Wild - novo álbum

Finalmente. O próximo álbum dos Running Wild vai ter uma temática diferente. Vai ser sobre os guerreiros da Escócia. Peço desculpa, isso é o de Grave Digger. De Running Wild vai ser sobre piratas.


Yngwie J. Malmsteen - novo álbum

Consta que o próximo álbum de Yngwie J. Malmsteen vai ser parecido aos anteriores: com muitos solos, ego elevado e arrogância qb.


A voz de King Diamond

Eu pensava que era a minha panela de pressão a chiar. Afinal era o King Diamond a cantar no rádio.


30 abril, 2014

Laughbanging entrevista Midnight Priest

Os Midnight Priest são uma banda que nos faz voltar aos anos 80 sem precisarmos de um DeLorean movido a lixo. Heavy metal, cabedal, cerveja e mulheres são o seu modo de vida e estão neste momento a gravar o seu próximo álbum a sair ainda este ano (se entretanto largarem as cervejas de vez em quando).
O Laughbanging conversou com o baterista Alex War Tank e o guitarrista Tiago Steelbringer.


Estamos confusos! Vocês são mesmo uma banda de Heavy Metal? É que nós percebemos o que o vosso vocalista diz…

Alex War Tank - Nós é que somos a banda de heavy metal! O resto são subgéneros. Olhando para as raízes, as coisas só deixaram de se perceber lá para os 80´s, quando a malta zangada quis começar a berraria. Mas no entanto faço-te um reparo: em 80% dos concertos não entenderás o que o vocalista diz devido ao som da treta que costuma haver.
Tiago Steelbringer - Não! Somos uma banda de proto folk grind minhoto com passagens de prog pimba!

Mas afinal o que é que anda um padre a fazer à meia-noite?Tiago Steelbringer - É a hora em que as almas perdidas saem a rua e precisam que alguém lhes mostre o caminho para o bar, fora isso costuma andar a beber o sangue de deus que é coisa boa.
Alex War Tank - O padre é a lei. Ele anda na rua às horas que quis.

É difícil ter uma banda de Heavy Metal em Coimbra? Ou seja, pelo facto de vocês se vestirem de preto e serem músicos, as pessoas veem-vos como uma banda ou como uma tuna?
Alex War Tank - A banda neste momento já não está em Coimbra, está distribuída por Lisboa, Coimbra e Aveiro. Mas como nós somos provenientes duma republica anti praxe, mais depressa nos confundiam com uma banda de ska reggae do que com uma tuna.
Tiago Steelbringer - Quando pedem uma serenata à antiga a gente faz a vontade e cantamos a rainha da magia negra para animar as velhotas.

Sentem-se pressionados para que o vosso próximo álbum seja um sucesso? Afinal de contas vocês são da terra que deu ao mundo o André Sardet…
Alex War Tank - Estamos condenados ao sucesso, a partir dai não há muito a fazer. É como eu ser belo percebes? Vou quê, mutilar-me?
Tiago Steelbringer - Estamos a seguir as pisadas dele e fazer um album direcionado às crianças, com historias de terror, florestas malditas e bebedeiras na cripta de morto, para que possam ter uma noite descansada e sonharem com cenas cor de rosa e o caralho que eles sonham.

Vocês foram tocar ao Wacken só por causa da cerveja, não foi? Vá lá, confessem.
Alex War Tank - Nós nem direito a cerveja tivemos. Em termos oficiais claro, porque fizemos questão de roubar umas grades de cerveja a uns dinamarqueses. Que se lixem, ganham o triplo de nós, fomos uma espécie de midnight robin hood.
Tiago Steelbringer - Eu bem queria mas houve um cabeludo que foi por mim!
Alex War Tank - Querias! Agora nem ao Vagos vais, vais tocar Discharge ao palco Z do Barroselas , ou nem isso! Eu e o Tiago nem conseguimos tocar no palco punk do Barroselas. A nossa popularidade está neste nível hoje em dia.

Há quanto tempo é que foi a vossa última confissão?
Alex War Tank - Neste momento. E uma confissão do coração. Mas também me confesso regularmente ao padre, embora ele já não esteja na banda. Faz aquela consulta por telefone, e perdoa-me pelos pecados que não cheguei a cometer.
Tiago Steelbringer - Ora bem, a ultima vez que lá fui roubei o cesto das esmolas depois fui confessar e a coisa n deu certo, pensei que o padreco não podia contar as merdas que a malta faz!

O que vocês fariam se de repente deixasse de existir cerveja em todo o mundo?
Alex War Tank - Deixava eu de existir. Sinceramente, que cenário apocalíptico, como te atreves a descrever-me semelhante agonia? Isso era o inferno na terra.
Tiago Steelbringer - Aproveitava para criar a minha marca de cerveja e obter o monopólio do negócio, pouco depois dominava e mundo.

No vosso álbum de estreia, têm uma música chamada "À Boleia Com O Diabo". Quem foi o político que vos deu boleia?
Alex War Tank - O Narana Coissoró. Ou então o Durão Barroso na sua fase maoista.

Quantas vezes é que o vosso baterista já vos aleijou nas mãos ao tentar recriar com as baquetas aquela cena da faca no filme “Aliens”?
Tiago Steelbringer - N
ão aleija porque precisa dos dedinhos da malta pa tocar e pra outras coisas pouco ortodoxas.
Alex War Tank - Nunca me lembrei disso, mas agradeço-te a dica. Normalmente o registo cinematográfico que mais associo à minha pessoa e eu a tentar tocar algo de jeito, e pareço o Eduardo mãos de tesoura a segurar nuns talheres.

Vamos jogar ao jogo Marry-Fuck-Kill. Ou seja, com quem é que vocês casavam, fodiam ou matavam? a) King Diamond; b)Bruce Dickinson; c)Rob Halford.
Alex War Tank - a) King Diamond: casava; b) Bruce Dickinson: fodia; c) Rob Halford: era fodido
Tiago Steelbringer - a) King Diamond: marry; b) Bruce Dickinson: kill; c) Rob Halford: fuck

Últimos comentários.
Alex War Tank - Estamos de volta, portanto se esperam musica brutal, altamente técnica, carregada de groove (o que raio é groove metal?), com passagens infinitas, vozes brutais e composições inovadoras venham ao nosso concerto. Há grande probabilidades que partilhemos o palco com uma banda dessas.
Tiago Steelbringer - Drink, fight, and fuck, drink fight and fuck.


Género:
Heavy Metal

Line-up:
Lex Thunder - Voz
Tiago Steelbringer - Guitarra
Iron Fist - Guitarra
Widowmaker - Baixo
Alex War Tank - Bateria


Discografia:
2009 - The Priest Is Back (demo)
2009 - Rainha da Magia Negra (EP)
2011 - Midnight Priest

Páginas oficiais:



15 abril, 2014

Novo álbum de Tankard

Tankard vai lançar um novo álbum dia 20 de Junho. Adivinhem... É sobre cerveja.


Dave Mustaine com a orquestra de San Diego

Uma verdadeira Symphony of Destruction. A orquestra de San Diego fez Symphony enquanto Dave Mustaine fez Destruction. E da feia.





14 abril, 2014

Laughbanging entrevista Perpetratör

Os Perpetratör são uma bomba thrash. Bomba por terem aparecido na cena nacional tão de repente e com um som poderoso daqueles. Tal como uma bomba, o pessoal deve ter pensado: "Perpetratör? Não conheço? BUM!!!! Eeeeepáááá´.... Mas o que é isto??? Tenho os cabelos em pé!"
A banda foi formada em 2008 pelo Rick mas foi em 2013 que, com ajuda do Paulão e Marouco é que levantaram o rabo do sofá para thrashar a sério como se não houvesse amanhã.
O Laughbanging entrevistou a banda onde participaram todos os elementos para esta conversa: Rick, Marouco, Paulão e até o baterista de sessão Ângelo Sexo.


Estão satisfeitos com este vosso 1º álbum? Se ele estivesse à venda no Continente, quanto acham que daria de desconto em cartão?
Marouco - Não estamos satisfeitos porque não gostamos muito das músicas e só por isso é que poderíamos equacionar um desconto no Continente de, vá, 0,5% para poupar os ouvintes acérrimos de metal que vão ao continente.
Paulão - Estou satisfeito apenas com a prestação do Ângelo Sexo. No Continente daria desconto sim, assim como tickets de cabeleireiro e um six-pack de cerveja entregue em mão pela Leopoldina.
Rick - Eu estou satisfeito e acho que o álbum poderia dar desconto em cartão, ou seja, quem o comprasse poderia depois ir à secção de papelaria comprar cartão e ter um desconto substancial (talvez 66,6%). Ângelo - Eu por mim gosto. Eu nem sou muito da cena do Metal, mas como o resto da banda acha que eu sou uma máquina a tocar, lá lhes vou safando as gravações e acho que até ficou bom.

Normalmente o trajecto de uma banda é: ensaiar, dar concertos, lançar demo-tapes, depois gravar um single ou um EP e só depois um álbum. Curiosamente, a carreira dos Perpetratör está ser no sentido inverso pois começaram por gravar um álbum. A pergunta que se faz é: há planos para ensaiar?
Marouco - Somos muito à frente; tivemos uma visão de dois álbuns. Sim, já temos 2 álbuns gravados. Isso de ensaiar é para quem não tem a química inerente para ser um Perpetratör. Recentemente fomos vítimas de bullying para tocar num festival. Tivemos que dizer que sim senão ficávamos sem os berlindes... Acho que não vamos ensaiar, isso requer tocar e nós não estamos para aí virados.
Rick - Para não perdermos tempo resolvemos fazer as coisas ao contrário e começar logo por lançar um álbum por uma boa editora dos Estados Unidos. Agora vamos lançar um split 7” por uma editora nacional. E a seguir vamos gravar uma demo em cassette. No trabalho posso tirar fotocópias de borla desde que ninguém veja e portanto as capas estão safas! Depois disso somos capazes de formar a banda, talvez.
Paulão - Planos? Isso dá bué trabalho.
Ângelo - Não posso ensaiar muito porque tenho problemas cardíacos e tive um parente que até morreu por causa disso.

O vosso álbum não só foi lançado em CD, bem como em cassete. A caneta BIC vem incluída?
Marouco Não e estamos deveras desgostosos com a editora que optou pelo cubo mágico em vez da caneta.
Rick - Não vem a Bic mas talvez venha um bico, pelo menos para nós, uma vez que agora somos músicos e dizem que há groupies e tal.
Ângelo - Não preciso da caneta porque tenho um patrocínio de uma empresa de pilhas e portanto posso rebobinar a cassette no walkman.

O formato cassete é um formato antigo e menos utilizado nestes tempos. Que outro dos seguintes formatos obsoletos vão escolher para lançar o próximo álbum e porquê: Minidisc, DAT, bobine, caixinha de música ou grafonola?
Ângelo - Qualquer coisa analógica… só não gosto de coisas digitais e programadas e tal.
Marouco Estamos muito interessados num flexi disc, aqueles vinis que de vez em quando apareciam numas revistas, é um objectivo.
Rick - Queremos lançar um daqueles cartões de Natal que quando se abriam davam música e acendiam umas luzinhas.
Paulão - E vamos ter também algumas músicas compostas em código morse que deverão ser depois transmitidas numa estação SW ou MW, talvez até em AM.

Vocês têm faixas como: "Doomed to Death", "Nothing Left to Kill", "Death to All",... O que é vos anda a irritar?
Marouco O gajo da editora que não fez o cubo mágico.
Rick - Irrita-me pensar que se me acabou a tinta da caneta de feltro molin vermelha, e que queria pintar o logotipo nas fotocópias das capas da demo tape que vamos lançar e já não vai dar. Já só tenho azul cueca, amarelo torrado e verde escarreta.
Ângelo - Irrita-me que a banda não queira que eu toque mais depressa, porque tenho muita confiança em mim próprio e sei que seria capaz de o fazer.
Paulão - Nada me irrita, se vires na perspectiva certa essas músicas falam de amor pelo próximo. 

“Diabolus In Musica” de Slayer, “Roots” de Sepultura e “Endorama” de Kreator, quais destes icónicos álbuns thrash mais vos influencia?
Paulão - Muito bons esses, mas o que mais me influencia é, claro, o "Push", dos grandes Thrashers "Bros".
Marouco Sinceramente não conheço nenhuma dessas bandas, estás mesmo a falar de bandas de Thrash metal?
Rick - Todos esses álbuns são enormes influências porque bem demonstram que mesmo os maiores podem descer à merda mais completa, se andarem atrás do lucro. Portanto são álbuns icónicos dessa realidade. Hoje em dia as modas do pseudo-Metal são outras, portanto talvez tenhamos de fazer um álbum de djent, que parece nome de casa de banho de homens, ou de shoegaze, que nem faço ideia do que seja.
Ângelo - Prefiro músicas sobre piratas. O meu sonho é lançar um álbum pirata.

Sendo vocês uma banda retro até na maneira de vestir, também usam calças apertadas ou isso são mesmo leggings?
Marouco Tecnicamente o nome é lycra mas para o vulgar dos mortais são leggings. Graças às lojas dos chineses temos uma grande variedade de escolha, e para o concerto estamos a pensar mudar de indumentária a cada meia música, por isso o chinês aqui da esquina vai ter uma páscoa jeitosa.
Rick - Nunca aderi muito à lycra porque sempre achei que a lycra aderia muito a mim.
Ângelo - Não posso usar lycra, faz-me mal à circulação.

Há quanto tempo é que não lavam os vossos casacos de ganga?
Marouco Aqui ninguém lava nada... quando as cuecas ficam coladas à parede decidimos ir buscar outras à gaveta.
Rick - Não o lavo, tenho medo que os patches desbotem.
Paulão - De vez em quando apanham com uns pingos da chuva, é suficiente.
Ângelo - Não costumo usar, a ganga ganha muita electricidade estática.

Tocar à borla num bar minúsculo na Cruz-de-Pau ou ganhar 2500 euros para tocar no Somos Portugal da TVI com apresentação do Nuno Eiró. Qual preferiam?
Marouco - €€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€€...amamos o Nuno Eiró.
Paulão - Nuno Eiró claro, até de borla.
Rick: Preferia tocar na Cruz Quebrada (aos céus).
Ângelo: Sou muito tímido, não gosto de câmaras, mas também não toco ao vivo por questões de saúde.

Se vos fosse possível ressuscitar um lendário músico thrash, qual seria: Cliff Burton, Jeff Hanneman ou James Hetfield?
Paulão - O quê? O Cliff Burton morreu?!!
Rick - Preferia matar o James Hetfield e o resto dos Metallica.
Ângelo - Ressuscitava aquele meu parente, que também era bom músico e chegou a gravar álbuns.

Últimos comentários:
Rick - Obrigado pela entrevista! Preparem-se para o ataque metálico nuclear extraterrestre do inferno! Sabem a piada da senhora que vai ao médico e pergunta: senhor doutor, posso tomar estes comprimidos com o período? E ele responde: Poder pode, mas é melhor tomar com água!

Género:
Thrash Metal

Line-up:
Rick - Voz, baixo
Paulão - Guitarra
Marouco - Guitarra
Ângelo Sexo - Baterista de sessão

Discografia:
2014 - Thermonuclear Epiphany

Página oficial:
https://www.facebook.com/perpetratorthrash





Anal Blast

Anal Blast: a banda preferida de um proctologista.



13 abril, 2014

Laughbanging entrevista Ravensire

Os Ravensire são uma banda de puro heavy metal. Há tanto metal na música da banda que há detectores de metais que vão começar a chamar-se de detectores de Ravensire.
Recentemente foram tocar à Grécia e viram-se gregos com tanta peripécia. (Pedimos desculpa pela piada fácil e rebuscada). Mas tiveram tanto sucesso lá que até agradaram a gregos e a troianos. (Pedimos desculpa por mais uma piada fácil e rebuscada).
O Laughbanging esteve à conversa com o Nuno Mordred.



Tendo em conta o estado do país, não acham que o vosso álbum “We March Forward” se devia chamar “We March Backwards”?

Depende do que vem a seguir ao "Forward". Podes estar a marchar forward para o abismo e, nesse caso, faz todo o sentido! Como diria o saudoso João Pinto do FCPorto... "Estávamos à beira do abismo, mas tomámos a decisão certa: demos um passo em frente".

A vossa música está cheia de riffs galopantes pelo que ficámos na dúvida. Vocês ensaiam numa garagem ou num picadeiro?
Ensaiamos numa garagem, mas temos o cuidado, quando estamos a compor, de levar muito cavalo para as sessões, de modo a dar aquela inspiração extra. Talvez seja daí que vem o nosso som característico galopante.

Um dos vossos elementos pertenceu aos Ironsword, um dos vossos temas é Iron Pits, o vosso EP de 2012 é Iron Will... Pretendem ser a cura musical para os metaleiros com anemia?
E esqueceste-te que o álbum foi gravado no "Iron Pit studio". Por acaso, a banda esteve para se chamar Iron on Iron, mas depois achámos melhor não, pois com tanto "Iron" isto ainda enferrujava depressa. Basicamente é a nossa maneira de homenagear o nosso período histórico preferido: a idade do ferro!

A letra da música Night of the Beastslayer é dedicada a que político?
No próximo álbum é que vamos ter uma música dedicada aos nossos políticos em geral, já que não gostamos de particularizar nesse aspecto. A música vai chamar-se simplesmente "Perish in Flames while you Feel the Fire and don't expect to be Released From Agony but rather Torn To Pieces... of Death"

Nota-se que os Ravensire são fãs de música antiga devido ao heavy metal old-school que praticam. A capa a preto e branco deve-se à banda gostar do cinema dos anos 40 ou é por outra razão?
Falta de dinheiro... Sabes como é a cena portuguesa! Ninguém apoia as bandas... A malta esforça-se, esforça-se, mas ninguém dá o devido valor... As editoras não apostam no que é nacional... Os fãs preferem ver as bandas estrangeiras do que apoiar o Metal nacional (alguém se lembra de mais alguma queixa?). Assim, sem dinheiro, não se conseguiram comprar as tintas para colorir o desenho. O Pedro Rebelo (o artista) ainda pôs lá uns números, para nós sabermos qual a côr a utilizar, mas como não houve nenhum mecenas a patrocinar as tintas... Olha, chapéu...

Vamos lançar aqui um boato. Ouvimos dizer que vocês gostam de cerveja sem álcool. Comentem.
Cerveja sem álcool é como sexo sem orgasmo; ou carro sem acelerador; ou poesia sem rimas; ou guitarras sem cordas; ou aliens sem uma segunda boca cheia de dentes; ou o Zé Rockhard sem os seus off-sides; ou já chega de comentário?

Que tipo de pesadelos é que um músico de Heavy Metal pode ter quando dorme? Que desafinou num concerto, que lhe roubaram a guitarra, que é ele que está de cuecas na capa de “Into Glory Ride” dos Manowar…
Pior que isso tudo é estar a tocar um concerto de tanga, a guitarra desafinar-se e desaparecer e o som que sai das colunas é "Coz I'm on top of the world" (obrigado por teres posto um vídeo disto no teu canal, a propósito...).
Em relação à capa do "Into Glory Ride": só tenho a dizer que PILEDRIVER ao vivo no século XXI é impossível de bater.

A banda teve honras de tocar num Festival na Grécia. Posto isto, pergunta-se: o iogurte lá é bom?
Reduzir a experiência na Grécia ao iogurte é cometer um crime... Atenas é uma metrópole fascinante! Gastronomicamente falando, há outros pratos típicos que põem o iogurte a um canto! Assim de repente, lembro-me das belas pizzas... Lembro-me de umas tâmaras iranianas que levaram o Zé Rockhard ao êxtase... Lembro-me das pitas shoarmas que foram (juntamente com as pizzas) a base da nossa alimentação (havia quem quisesse das outras pitas, mas a sorte não sorriu aos audazes)... E que dizer dos croissants pela manhã??
E depois há fenómenos por lá absolutamente desconcertantes como, por exemplo, árvores que andam em sentido contrário e vão chocar contra o Zé Rockhard... Ou shots de ouzo e tsipouri que põem um guitarrista (o mesmo já referido) a cantar King Diamond em altos berros pelas ruas da cidade. Enfim, uma experiência a todos os níveis edificante!
Voltando ao Iogurte, é curioso notar que nos supermercados gregos há as prateleiras a anunciar "Iogurte" e as outras a anunciar "Iogurte não Grego".

Cuecas, boxers e soutiens Ravensire. Acham que seria uma boa ideia para o vosso merchandising ou nem por isso?
Na realidade não. Pensámos a dada altura fazer fios dentais RAVENSIRE, mas quando percebemos que só no XXXXXXXXXXXL é que dava para ver o logo completo, achámos um bocado foleiro e portanto abandonámos a ideia da roupa interior.

Para finalizar, o que dizem os vossos olhos?
Como diria o poeta, os nossos olhos dizem o que a tua boca quer ouvir!

Últimos comentários.
Já chega de burrice, por isso aqui vão umas palavras de alta elevação intelectual: STAY TRULL!


Género:
Heavy Metal

Line-up:
Rick Thor - Voz, Baixo
Nuno Mordred - Guitarra
Zé RockHard - Guitarra
F - Bateria

Discografia:
2012 - Iron Will (EP)  
2013 - We March Forward
2013 - Split com Terminus

Páginas oficiais:
http://www.facebook.com/Ravensire
http://www.myspace.com/ravensire.epic
http://www.reverbnation.com/ravensire
http://soundcloud.com/ravensire

09 abril, 2014

Laughbanging entrevista Martelo Negro

Os Martelo Negro são uma banda que não bate bem da tola. Basta visitarem a sua página de Facebook e ler as informações da banda. Por esse facto, achamos que são a banda ideal para uma entrevista no Laughbanging.
Anteriormente denominados de Black Hammer, os Martelo Negro são uma banda que afirma tocar N.W.O.P.P.O.B.S.T.M., ou seja New Wave of Portuguese Proudly Obsolete Black Speed Thrash Metal e os seus músicos já andam nestas andanças do heavy metal desde os tempos em que se usava um rádio com duplo deck para gravar álbuns usando cassetes Skyrol ou Smat (que eram as mais baratas).
O Laughbanging entrevistou o "cientista maluco" desta banda, The Beyonder.


Ao dar uma vista de olhos nas vossas letras, é impossível não falar sobre religião. No vosso entender, Deus existe ou é como aquele avião na Malásia?
Deus existe e é mais caprichoso do que se possa pensar! O desaparecimento do malfadado avião é obra de Deus, com uma pequena ajuda do Diabo e da Nova Ordem Mundial!

As vossas letras em português já são escritas conforme o Novo Acordo Ortográfico?
Claro! Como boas ovelhas de rebanho que somos, seríamos incapazes de o fazer de outra forma! Tudo em nome de uma salutar Lusofonia Pan-Lusitana Corporativo-Imperialista! Por falar nisso, a ver se nos lembramos de corrigir o titulo do album de “Equinocio Espectral” para “Equinocio Espetral”!

Mudaram o nome de Black Hammer para Martelo Negro. Foi devido a alguma transferência de patrocínio da Home Depot para a Assicomate ou foi por outra razão?
Não! Foi mesmo por razões de puro marketing! Inicialmente, queríamos mudar para Xutos e Pontapés mas alguém nos alertou para a existência de uma casa de chuto em Campo de Ourique com esse nome e acabámos por optar por Martelo Negro. Porquê? Porque não?

Todos os elementos da banda usam pseudónimos como Bwzwys Narconomikon, Arrno Maalm e Thamuz. Será requisito para pertencer à banda ter nomes de bactérias infecciosas ou poderão eventualmente um dia usar o nome que está no Cartão do Cidadão?
Posso dizer-te que quando o Bwzyws saiu da banda fizemos um casting para recrutar um novo baterista . Apareceram alguns bastante decentes mas foram todos recusados por terem nomes…vulgares! Recordo-me, com alguma pena, de ver um rapaz forte chamado Nick Barker verter algumas lágrimas depois de lhe dizermos que não havia lugar para ele na banda pelo simples facto de ter um nome básico e facilmente memorável.

The Beyonder, ainda te lembras de todas as bandas e projectos musicais que criaste ou tens de consultar a Encyclopaedia Metallum?
Não me lembro sequer dos nomes dos meus animais de estimação, quanto mais dos projectos que tenho criado ao longo dos anos! Já agora, o que é isso da Encyclopaedia Metallum? Um fórum de receitas da Bimby para metaleiros?

Se houvesse um convite para actuar no Santuário de Fátima, como seria esse concerto?
Seria algo de megalómano! Consideraríamos, inclusive, a hipótese de tocarmos com guitarras, baixo e bateria! Acho que, nessas circunstâncias, valeria a Pena! MAS….os três pastorinhos teriam que ser os roadies de serviço e teria de haver muitas groupies, mesmo que tivessem os joelhos esfolados e cera derretida sobre as mãos!

Se pudessem inventar um prato culinário chamado Martelo Negro, do que seria composto esse prato?
Muito provavelmente seria algo gourmet ao máximo, com tinta de choco, ovo de duas gemas estrelado, bacon com bolor, cerveja ARGUS do Lidl, pão de forma BIMBO, ketchup fora do prazo, crucifixos de chocolate (invertidos, claro) fiambre reles do Lidl, entremeada de galinha (preta, claro) e sementes de sésamo colhidas pelas unhas dos pés de um GNR defunto numa noite de eclipse lunar, tudo embrulhado em páginas do livro de São Cipriano e servido, com requinte, por um sacristão com acne! Seria a NECRO-FRANCESINHA MARTELO NEGRO, o prato ideal para se servir numa qualquer ceia de Páscoa.

Já fizeram algum ritual? O sangue que vocês bebem é processado, geneticamente modificado ou é de cultura biológica?
Fazemos com muita regularidade, invocamos Lúcifer e, ocasionalmente, Cristo himself, depende de quantas pessoas nos fazem falta para disputar um torneio de matrecos esotéricos nessa noite! E, não, não é processado, é mesmo sangue a valer, proveniente da menstruação de freiras noviças que curtem bués o nosso som e que nunca nos deixam faltar nada, seja sangue, sífilis ou somente apoio espiritual…

Não sabemos se é do vosso conhecimento mas está a ser preparado um filme sobre a morte de Carlos Castro. Se vos convidassem para fazer a banda sonora, estariam dispostos a mudar o vosso nome para Saca-rolhas Negro?
É do nosso conhecimento, sim! Claro que teríamos todo o gosto em fazer a banda sonora desse filme e não nos importaríamos nada de mudar, temporariamente, de nome! Se bem que a comunidade dragqueen portuguesa não iria ficar muito satisfeita…

Há quanto tempo é que não vão ao psiquiatra?
Desde a última vez que nos cruzámos nos corredores do Júlio de Matos! Recordas-te?

Últimos comentários.
Eat your vegetables, exercise, worship Satan!


Género:
Death/Black/Thrash Metal

Line-up:
The Beyonder - Voz, Baixo
Thamuz - Guitarra
Melkor - Guitarra, Voz (backing)
Arrno Maalm - Bateria

Discografia:
(Black Hammer)
2007 - Winds of Carrion (EP)
2009 - Sob os Cascos de Satã (Single)
2009 - Bela Lugosi Is Dead, Buried and Forgotten (Single)
(Martelo Negro)
2009 - Hierofante em Chamas (Demo)
2011 - Sortilégio dos Mortos
2013 - Antologia Grotesca (MMVI-MMXII) (Compilação)

Páginas oficiais:



30 março, 2014

Próximos álbuns de Manowar

Os Manowar já têm planeados os próximos 5 álbuns a ser lançados nos próximos anos. São eles:

Hail to England MMXV
Sign of The Hammer MMVII
Fighting the World MMVIII
The Triumph of Steel MMXX
Battle Hymns MMXI MMXXIII


Regravações de álbuns

Depois dos Manowar regravarem o Battle Hymns e o Kings of Metal, outras bandas também querem entrar na moda. Metallica regravará o Master of Puppets e o Black Album, Anthrax regravará o Among the Living, Slayer será com o Reign in Blood e Agathocles regravará todos os splits.


Carlos Paredes

A melhor forma de apresentar Carlos Paredes à geração mais nova é se dissermos que foi o Joe Satriani da guitarra portuguesa.


Reviews de Napalm Death

Flash reviews da discografia de Napalm Death.

Scum (1987) - O início do grindcore. Bateria rápida e gritaria.
From Enslavement to Obliteration (1988) - Músicas pequenas e bué rápidas. Fixe.
Harmony Corruption (1990) - Menos gritaria mas mais barulho. É death metal.
Utopia Banished (1992) - Também 'tá fixe.
Fear, Emptiness, Despair (1994) - 'Tá mais lento e a ficar esquisito. Andam a experimentar coisas.
Diatribes (1996) - O que é isto? Música para "gafanhotos"?
Inside the Torn Apart (1997) - E continuam com os saltinhos.
Words from the Exit Wound (1998) - Mas a banda agora toca nu-metal ou quê?
Enemy of the Music Business (2000) - Eeeeh lá... Os gajos passaram-se. Granda barulheira. Fixe, pá.
Order of the Leech (2002) - Estão com raiva, os meninos.
Leaders Not Followers: Part 2 (2004) - Covers. Ya. Tá-se bem.
The Code Is Red...Long Live the Code (2005) - A raiva continua.
Smear Campaign (2006) - Os gajos não param. Assim é que é.
Time Waits for No Slave (2009) - Porra...! Barulheira e gritaria. É o que se quer.
Utilitarian (2012) - Parece que vai ser assim até morrerem.


Músicas dos Gut

Estive a ouvir um álbum de Gut e não percebi bem o que ele disse no 2º refrão da 3ª música.

27 março, 2014

Queensryche: mudanças de line-up

Depois do vocalista Geoff Tate sair dos Queensryche para formar uma banda chamada Queensryche, agora é o baterista Scott Rockenfield que sai dos Queensryche para formar o seu projecto a solo chamado Queensryche. Entretanto, Geoff Tate recrutou para os seus Queensryche o guitarrista Parker Lundgren dos Queensryche que anteriormente tocou nos Queensryche antes de ingressar os Queensryche. Os Queensryche vão entrar em tourné onde a banda que vai servir de suporte são os Queensryche numa série de concertos denominados de Queensryche.


26 março, 2014

Yngwie Malmsteen

Yngwie Malmsteen gravou todos os instrumentos no seu álbum de 2012. Devido ao temperamento do guitarrista, consta que houve muitas discussões com ele próprio, brigas e até ameaças de despedimento.


A bateria de Mike Portnoy

Mike Portnoy, ex-baterista de Dream Theater adquiriu mais peças para a sua bateria. Alegando que era muito pequena, agora está mais ao seu nível, só lamentando ter de apanhar o autocarro se quiser ir tocar no prato ride mais à direita.


Novo álbum de Guns'n'Roses

Axl Rose diz que vai haver novo álbum de Guns'n'Roses lá para 3063.


25 março, 2014

O som de Meshuggah

Experimentem ouvir Meshuggah quando estiverem com febre.


Power metal

Ainda estou para descobrir uma banda de power metal que não fale do Heavy Metal ser poderoso como trovões e relâmpagos, sobre lutar pela honra do Heavy Metal com uma espada na mão, sobre erguer o punho montado num dragão equipado com cabedal e picos e sobre ser livre como uma águia a voar nos ventos da eternidade.


Mais splits de Agathocles

Ontem, enquanto fui comprar cerveja, Agathocles lançou mais 3 splits.

09 junho, 2013

Nomes de bandas

Estas novas bandas de metal e rock alternativo arranjaram uma moda de terem várias palavras no nome da banda. E muitas delas parece que pegaram nalguma conversa a meio. Senão, vejam alguns exemplos:
As I Lay Dying
And Then There Were None
And The Angels Die
From The Eyes Of Servants
Between The Buried And Me
And You Know Us By The Trail Of Dead

Para as bandas que estão a começar e ainda não têm nome, o Laughbanging ajuda e dá aqui algumas ideias:
And All We Do Is Jump
Because We Have A Band
This Band Has A Lot Of Letters In The Name
All Songs Have The Same Chord
The Soup Is Getting Cold
And Yet Another Song That I Have To Scream Loud
These Are The Pants That Keep Falling Down

Revista Loud!: som de uma banda

Como a revista Loud! define o som de uma banda:
"Imaginem uns Overkill satânicos a ensaiarem na garagem dos Hammerfall, com instrumentos emprestados aos Morbid Angel depois de terem almoçado um prato feitos Behemoth, com os Slayer como chefs durante o visionamento de um jogo de futebol entre os Napalm Death e os Whitesnake enquanto bebiam uma cerveja dos Motorhead encomendada pelos Rhapsody of Fire por ordem dos Dark Tranquility, filhos de uns Nasty Savage com uns Emperor. Assim ficam com uma ideia do som desta banda."

Katingation - álbum completo

A banda angolana Katingation colocou as músicas todas no YouTube. Deve ser melhor assim, pois sair de casa para comprar o cd pode resultar no pisar de uma mina.

Katingation - 2 arms 1 leg (2013)

Revista Loud!: críticas a álbuns

Regra para os textos de críticas a álbuns na revista Loud!: usar o mínimo de palavras portuguesas possível. Aqui vai a nossa proposta para um álbum qualquer:
"Esta five-piece-band lançou este EP de tracks muito catchy, groove, numa onda thrashy bem old school. Começa com uma música com riffs muito in your face, que depois resulta num twist spooky muito cool e algo bluesy. Com largo airplay, tem gerado buzz no mundo mainstream, no qual o frontman até referiu este big success como um american dream inesperado."

24 maio, 2013

Nomes idiotas a bandas

Uma brincadeira idiota que fazíamos nos velhinhos anos 80 era dar nomes "aportuguesados" e idiotas a bandas. E porquê? Era os anos 80. Tínhamos muito tempo para estas parvoíces. Se vocês também faziam ou fazem, deixem aqui as vossas invenções.
Aqui fica algumas que ainda nos lembrámos:

Mão no Ar (Manowar)
Curriquidal Tem Desses (Suicidal Tendencies)
A Mão na Massa (Amon Amarth)
Tens Cardas (Tankard)
Peço-te o Lenço (Pestilence)
Nú Com o Liar Assado (Nuclear Assault)
Mãe Sabes Que (Massacre)
Num palmo de dedo (Napalm Death)
Pois É Cedo (Possessed)

04 maio, 2013

Katingation no Facebook

E não é que a banda de death metal angolana Katingation também já tem página de Facebook? E não é que o som deles é uma autêntica "bomba"?

http://www.facebook.com/katingation

Tributo a Jeff Hanneman

O nosso tributo a Jeff Hanneman, utilizando títulos de letras de Slayer:

The "Angel of Death" came and "Piece by Piece" took him away. He "Fight Till Death" but "Evil Has No Boundaries" and now "Hell Awaits". There's no such thing as "Divine Intervention" and i'm sure he will "Kill Again".

02 maio, 2013

Cervejas do metal

Os Iron Maiden lançaram a sua cerveja intitulada "Trooper". Ficamos a aguardar a cerveja dos Cannibal Corpse "I Cum Blood".

01 maio, 2013

Avantasia - as reuniões

1ª reunião antes de um álbum de Avantasia:
Tobias Sammet-"Pessoal. Tenho aqui 12 músicas. 5 são heavy metal tradicional, 2 são baladas e 3 são power/speed metal. Kiske, cantas estas 3."
Michael Kiske-"Porra, as músicas a abrir é sempre eu, sempre eu...!"

AC/DC

Mesmo que não se goste de AC/DC, o mais provável é já termos ouvido algum album completo enquanto esperávamos pelo fim do check sound de uma banda antes de iniciar um concerto.


14 setembro, 2012

Notícia Laughbanging

A banda PussyVibes foi condenada a dois anos de prisão por “hooliganismo e incitamento ao ódio religioso”, por terem feito uma performance não autorizada na catedral da Sé, mascarados, contra o Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho. Três dos elementos foram detidos, mas dois conseguiram fugir para outro país - escapando à justiça e continuando a divulgar algumas acções de protesto.

29 agosto, 2012

24 agosto, 2012

03 maio, 2012

Rhapsody e Rhapsody

Os Rhapsody estão neste momento a promover o seu novo álbum.
Rhapsody é uma banda que originalmente tinha o nome de Rhapsody, mas que mudou para Rhapsody of Fire porque já existia uma banda chamada Rhapsody e agora mudou de novo para Rhapsody.
Um pouco indecisos estes italianos, não?

20 março, 2012