O futebol está tão enraizado na vida das pessoas que nem os Perpetratör escapam das ligações a esse desporto.
30 maio, 2014
Perpetratör - cassete
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Etiquetas: futebol, Perpetratör, portugal, thrash metal
29 maio, 2014
Laughbanging entrevista Theriomorphic
Quando se pensa em "death metal" e "Lisboa" o que é que vem logo à mente? Theriomorphic. Ok, se calhar ainda vem primeiro "Noites do Bairro Alto". E logo a seguir o bar "Lusitano"... e calhar ainda a "cerveja", mas em termos de bandas de death metal é Theriomorphic. E também é esse senhor do "metal da morte" que é o Jó. O Laughbanging falou com o Jó e aqui está a entrevista.
A banda já existe há 15 anos. Consideras muito ou pouco tempo atendendo que durante este período o Sporting foi campeão apenas por uma vez?
Ena, uma pergunta com rasteira. Nos últimos 15 anos, o Sporting foi campeão, não uma, mas duas vezes e a banda, este ano, celebra 17 anos desde a sua fundação e não 15. E nesses 17 anos o Sporting também foi campeão duas vezes e não apenas uma! Curiosamente, as mesmas vezes que o Benfica foi campeão, no mesmo período.
A banda tem o nome de "Theriomorphic", o álbum de 2005 chama-se "Enter the Mighty Theriomorphic" que tem um tema chamado "Theriomorphic" e o álbum de 2008 abre com o tema "Rise of the Theriomorphic". Isto é o amor que vocês têm pela banda ou é para não se esquecerem do nome?
Por acaso, já houve quem não conseguisse escrever correctamente “Theriomorphic”, mesmo sendo um membro de Theriomorphic. Mas nós conseguimos lembrar-nos que o nome da banda Theriomorphic é “Theriomorphic”, a ideia é fazer com que o público em geral, promotores, jornalistas, etc., ou seja, não membros de Theriomorphic, saibam que a banda se chama Theriomorphic e, acima de tudo, que saibam escrever “Theriomorphic” e, principalmente, dizer “Theriomorphic”, em vez de algo tipo “tu és dos té… té… termo… coiso, não és?” Vê-se que, lá no fundo, eles até sabem que estão a falar de Theriomorphic, mas não conseguem dizer “Theriomorphic”. Temos esperança de que um dia consigam dizer “tu és dos Theriomorphic, não és?” e, também, que alguns promotores e organizadores consigam escrever “Theriomorphic” correctamente nos cartazes.
Lançaram uma demo em 2000, depois um álbum em 2005 e outro em 2008. Estamos em 2014 e ainda não lançaram nada. Acham que ainda é cedo?
“Um feiticeiro nunca se atrasa, nem se adianta. Chega precisamente quando tenciona chegar!” (Gandalf, o Cinzento)
Jó, alguma vez chegará o dia em que cortarás o cabelo?
Vou revelar aqui um segredo em primeira mão. Eu corto o cabelo, de vez em quando. Mas pouco, para que ninguém note. É engraçado, porque é nessas alturas que muita gente me diz “Epá, o teu cabelo está mesmo comprido. Nunca o tiveste tão comprido, pois não?”
O CD "The Beast Brigade" foi lançado pela tua editora. Foi difícil convenceres-te a ti próprio a lançar o cd pela tua editora? Como é que te abordaste? Como foram as reuniões contigo próprio?
Foi muito fácil. Vivo comigo, trabalho comigo, passo comigo mesmo muito tempo e, inclusivamente, durmo comigo. Na prática, estávamos permanentemente em reunião, então podíamos ir regateando um acordo, mesmo tendo de interromper as negociações, para tratarmos de outros assuntos pelo meio. Eu já tinha pensado em criar a editora em editar a minha banda, anos antes, mas a coisa ficou em águas de bacalhau. Em 2008, estava a sondar algumas editoras e vi que eu estava mesmo ali ao lado e já nem me lembro bem se fui eu que propus a banda à editora ou se fui eu que propus à banda editá-la. Mas havia uma sintonia perfeita e foi um parto natural…
Houve uma altura em que tocaram bastante ao vivo e pensam em voltar fazer o mesmo. Ainda têm paciência para chegar cedo ao local e esperar umas 3 horas, para depois montar tudo, aturar os caprichos do técnico de som, actuar com um som bem diferente do soundcheck, desmontar tudo, sair do local quase de madrugada e receber uns míseros cêntimos?
Já não há muita, de facto. Agora vamos mais tarde, a tempo do jantar à pala, e aproveitamos o som já feito pelas outras bandas porque, principalmente, a monição já está quase no ponto ou minimamente perceptível. E não tocamos por uns míseros cêntimos mas, no mínimo, a troco de cerveja. Muita cerveja. Por isso é que acabamos por sair de madrugada, porque a cerveja leva tempo a beber.
Atendendo ao estado do país, a questão que se coloca é: tinto ou branco?
Tinto, cor de sangue! Líquidos brancos ainda os fazem multiplicar-se, é melhor não brincarmos com coisas sérias…
No dia da mãe, também colocaram uma foto da vossa no Facebook?
Não, porque somos todos filhos de mães diferentes. Se não fosse assim, talvez colocássemos.
Já passaram pela banda inúmeros músicos, tendo acabado por sair pelos mais variados motivos. Ao bom estilo Revista Maria e TV 7 Dias, este é o teu momento para falares mal deles…
Nem a Maria, nem a TV 7 Dias, fizeram ainda uma oferta verdadeiramente tentadora. Gastam balúrdios para saber histórias polémicas do Cristiano Ronaldo ou dos concorrentes da Casa dos Segredos mas, aos músicos, perguntam sempre se não podemos fazer de borla, a troco de promoção, uma imperial e uma bifana. Por menos de uma grade de cerveja a cada um, nunca saberão nada…
Imaginem-se no Wacken. O recinto está cheio e o público ao rubro! A banda está em palco e, apesar de pronta para começar a tocar, falta o guitarrista. Entretanto, ele aparece, bêbado, com uma cerveja numa mão e uma guitarra do Guitar Hero na outra. O que fazer?
Nós só tocaríamos no Wacken a troco de um cachet milionário e seria a fazer playback, por isso, poderíamos ir para o palco bêbados ou nem irmos todos para o palco. Hoje em dia, tanta banda toca com instrumentos e vozes pré-gravados, que ninguém estranharia sermos só dois ou três… ou um! O problema é que aquela água suja a que eles chamam cerveja não embebeda, praticamente. Mas o hidromel é muito bom.
Últimos comentários:
Os últimos comentários que li, foi no Facebook, numa publicação com o título “Qual seria seu nome de travesti?”. Eram da autoria de várias pessoas conhecidas do meio, por isso, prefiro não falar em nomes, nem reproduzir os ditos comentários…
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Etiquetas: death metal, entrevista, entrevista-laughbanging, theriomorphic
18 maio, 2014
Laughbanging entrevista Veinless
O Laughbanging entrevistou mais uma banda da Margem Sul, os Veinless. A banda tem tocado bastante ao vivo e os músicos já andam nestas andanças desde o tempo da mãe da Maria Cachucha. Com as respostas mais curtas de sempre numa entrevista, mas não menos bem humorados e malucos, aqui fica a conversa.
Falemos do vosso nome: Veinless! Têm noção que é coisa para deixar qualquer vampiro desesperado?
Fizemos uma viagem à Transilvania, comemos uns hamburgueres de alho e ficámos sem veias.
Dizem que a banda é formada por músicos provenientes de vertentes musicais totalmente diferentes. Qual de vocês é que gosta de pimba?
O Emanuel.
Sendo vocês de Almada, temos que perguntar. UHF: sim, são uns deuses (ou não), era metê-los num cacilheiro à deriva no Tejo?
Conheces o Marquês de Pombal? Rua do Carmo o quê?
Como explicam a existência de tantas bandas de Heavy Metal oriundas da Margem Sul? É porque os casacos de pele aí são mais baratos?
E porque é um microclima.
Como é que fizeram a audição para encontrar o vosso vocalista? Sentaram-se de costas para ele enquanto cantava, até que um de vós gostou do que ouviu, carregou num botão e a cadeira virou?
Não. Estávamos desesperados e apanhámos um gótico em saldos na Rua do Carmo.
Vocês lançaram uma demo em 2003 e depois um EP em 2012. Não acham que estão a ser rápidos demais?
Speed Metal é a nossa meta.
Qual de vocês é que vai mais bêbado para o palco?
O Roger.
Há uma música no vosso EP que se chama “Drunken Nightmare”. Existe alguma parte do dia ou da noite em que vocês não estão bêbados?
Sim. Quando estamos a curá-la.
Eddie, quantas vezes é que tiraste o som do baixo em palco porque não te lembravas da música?
Não me lembro.
Tendo em conta que a tradução literal da expressão “Heavy Metal” para português é “metal pesado”, concordam que "Lisnave" dava um excelente nome para uma banda?
Claro que sim. Toda a gente sabe que os Black Sabbath eram para se chamar Lisnave!
Vocês são os maiores.
2003 - Veinless (demo)
2012 - Share the Guilt (EP)
Páginas oficiais:
https://www.facebook.com/Veinlessband
http://www.myspace.com/veinless
à(s)
19:47
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Etiquetas: entrevista, entrevista-laughbanging, heavy metal, veinless
14 maio, 2014
Agathocles em 2014
Só este ano os Agathocles lançaram 6 splits. Andam muito lentos estes meninos.
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14:04
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13 maio, 2014
Laughbanging entrevista Disthrone
-"Disthrone."
-"Throne. Pronto, já disse."
Depois desta piada idiota, falemos da banda.
Os Disthrone são da zona do Seixal e praticam um som que mistura crust, punk, d-beat, black metal, thrash metal e cerveja. Somente com 1 demo editada de momento, já começam a deixar devastação sonora por vários palcos do país, através do som dos instrumentos bem como da menina vocalista que tem um poder vocal capaz de provocar uma réplica do terramoto de 1755. O Laughbanging conversou com a frontwoman Atomic Carina Nightmare.
Sendo vocês da Margem Sul, expliquem-nos lá: isso é mesmo um deserto? É difícil arranjar água potável por aí?
Epá não considero propriamente um deserto, pois camelos há em todo lado, não apenas e só aqui na MS. Quanto à água potável não nos interessa muito, pois abandalhamos a higiene pessoal e, quando temos sede, cerveja é o que consumimos para não desidratar.
És conhecida como Atomic Carina Nightmare. De onde é que surgiu a alcunha "Carina"?
Foi ainda na pré-escola. Os meus pais mandaram fazer um bibe para mim, no entanto a costureira viu-se tramada quando foi para bordar Atomic Nightmare pois, além de ser extenso, os meus pais não estavam para pagar mais uns tostões à mulherzinha para usar mais linha. E então decidiram, "epá bora chamar Carina à miúda, porque é um nome mais simples e giro de berrar aquando ela fizer avarias".
Como é que explicas aos teus pais que apesar de seres rapariga não gostas propriamente de Beyoncé e afins?
Eles na verdade sempre desconfiaram, pois desde petís que demonstrei ser uma menina um pouco à parte das outras. O meu entretém enquanto pequenina era brincar com Barbies sim, mas em vez de as pentear, vestir roupas bonitas e etc, achava mais piada incendiar-lhes o cabelo, decepar-lhes a cabeça, desmembrá-las e por aí. Mas bem, desde a minha infância que oiço as clássicas do rock, tais como Scorpions, AC/DC, Dire Straits, Queen...
Falemos sobre a vossa demo, "Anti-System". É que ficámos curiosos. Quando dizem ser anti-sistema, estão a falar de qual? IOS, Android, Windows?
Todos esses e mais alguns dos que daí vierem. Nerds, caixas de óculos atafulhados de dinheiro à pala de "máquinas" às quais a sociedade teima em depender. Na verdade somos bastante leigos nesse assunto. Preferimos enviar cartas, à antiga, e a cola dos selos é porreira.
A música "J.F.O." é dedicada a que político? E a "Anti-System" é dedicada a que político? Já agora, a "Intro" é dedicada a que político?
Resumidamente, toda a demo é contra todos os políticos e suas pseudo-políticas de merda, vazias de razão e sentido. Políticos na forca.
Porquê a música tributo a Elisabeth Bathory? Não acham que deviam apoiar mais o que é nosso, por exemplo, fazendo uma música tributo a Paco Bandeira?
Nunca pus de parte essa ideia, aliás, tenho ainda a ideia de gravar uma cover do André Sardet. Uma versão alternativa, cuja letra será algo do género: "Desgosto de ti desde aqui até cu de Judas (...) Desgosto de ti simplesmente porque desgosto / Desgosto de ti por existires assim".
O facto de terem lançado a vossa demo em cassete é por serem tão anti-sistema que nem no mercado CD e MP3 vocês querem entrar?
É. Nós, apesar de putos, somos à antiga. Queremos que o nosso som seja recatado, que seja apenas disfrutado por pessoal que ainda tem na sua posse um walkman com mais idade que quem o possuí. Mas bem, é pouco triste perceber que se perde imensa qualidade na música desde a transição de vinil ou tape para CD, e para MP3 e por aí a fora. Vinil e tape rulam!
Ouvimos dizer que vocês cancelaram um concerto só porque tinham ganho bilhetes na rádio para a estreia do filme “Sei Lá” da Margarida Rebelo Pinto. É verdade?
Confirmo, foi verdade. Nós consumimos obras (de merda) de autores (de merda) do calibre dessa "senhora", pois damos conta que, de facto, há algo mais para abordarmos nas nossas malhas. Há que alertar as pessoas para estupidez, cuja é uma ameaça desde o ínicio dos tempos e que prolifera que nem ratazanas. Imbecilidade que perdura. E, quando nos deparámos com uma super-produção cinematográfica à pala de um pseudo-romance de uma tia armada em escritora, o nosso pensamento foi uníssono "mais valia termos cagado um pé todo".
Se uma editora pegasse em vocês e vos prometesse pagar muito dinheiro e lançar vários álbuns, desde que mudassem o estilo para kuduro e tocassem nos comícios de um partido político, aceitariam?
Sim, desde que nos fosse garantido um abastecimento vitalício de grades de cerveja importada, de preferência, belga. Ya, éramos ingrumes capazes de nos vendermos por cerveja da boa para o resto dos nossos dias.
O vosso som, apesar de ser principalmente crust/d-beat, tem influências do punk e do black metal. Posto isto, como seria um fim de tarde bem passado: a lutar contra o sistema ou a lutar contra uma galinha para ser sacrificada no altar de uma missa negra?
A lutar contra o sistema com uma galinha deveras valente do nosso lado, e depois acabaríamos a noite da melhor forma: Numa missa negra onde não se sacrificariam animais galináceos, mas sim animais daquela espécie que costumam estar a zurrar uns com os outros no parlamento. Tudo isto ao som dos discos de Discharge, Darkthrone, Bathory, Hellhammer, Wolfbrigade, Doom e mais uma ou outra banda cuja é referência para o nosso som.
Últimos comentários:
Prevê-se nova destruição sonora em breve, estão de momento a decorrer gravações nas nossas catacumbas para o próximo registo, cujo será um split com outra banda facultada de sonzaço!!! Entretanto...Nós somos e seremos até à infinidade cósmica, os Disthrone, nome que irá sempre fazer as pessoas perguntar com confiança "Isso é a junção de Discharge com Darkthrone, não é?" Somos uns putos desvairados que tocam um género musical que não é de todo recomendado a tímpanos sensíveis.
Oiçam Martelo Negro, Midnight Priest, Ravensire, e Battlescars. Em nome da liberdade... ANTI-SYSTEM! UGH
à(s)
11:59
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Etiquetas: black metal, crust, disthrone, entrevista, entrevista-laughbanging, punk
08 maio, 2014
Running Wild - novo álbum
Finalmente.
O próximo álbum dos Running Wild vai ter uma temática diferente. Vai
ser sobre os guerreiros da Escócia. Peço desculpa, isso é o de Grave
Digger. De Running Wild vai ser sobre piratas.
à(s)
16:11
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Etiquetas: heavy metal, running wild, speed metal
Yngwie J. Malmsteen - novo álbum
Consta
que o próximo álbum de Yngwie J. Malmsteen vai ser parecido aos
anteriores: com muitos solos, ego elevado e arrogância qb.
à(s)
16:10
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Etiquetas: power metal, Yngwie J. Malmsteen
A voz de King Diamond
Eu pensava que era a minha panela de pressão a chiar. Afinal era o King Diamond a cantar no rádio.
à(s)
16:09
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Etiquetas: heavy metal, king diamond






